Um caseiro do sítio vizinho teria visto o corpo de uma criança boiando em uma lagoa próxima ao local onde o menino desapareceu e acionou o Corpo de Bombeiros, que estava no local para dar início ao terceiro dia de buscas. Valdeir, pai de Eduardo, foi quem confirmou que se tratava do filho. “Infelizmente é. Tinha que encontrar, mal ou ruim, pelo o que ele estava vestindo, era ele”, disse, bastante emocionado.

Valdeir explicou ainda que Dudu nunca tinha ido a essa lagoa, que fica a cerca de 50 metros da casa da família. O local já havia sido vistoriado pelos militares. Agora, a perícia é aguardada e uma investigação será aberta para apurar as circunstâncias da morte. “Espero que as autoridades descubram o que aconteceu. Se alguém fez alguma coisa terá de pagar”, disse o pai.

Eduardo foi visto pela última vez na Alameda Flamboyant na manhã da última quarta. Na varanda da casa, chinelos foram deixados por ele antes de sair. Segundo a famíila, a criança brincava com as irmãs no quintal, quando empurrou o portão e saiu.

“Foi muito rápido. Em um segundo, ele estava ali brincando e, de repente, não estava mais”, conta a tia, a auxiliar de controle de qualidade Magnólia Oliveira, de 39 anos. Na casa da família moram os pais, as duas irmãs, de 14 e 15 anos, e um irmão, de 12.

@gledson_leao