Saúde

Ao menos um caso de dengue é registrado por minuto em Minas

Foto: Venilton Kuchler/ANPr
Foto: Venilton Kuchler/ANPr

http://ewoltech.it/barcos-equipados/barche/mylius-19e95/ Por minuto, em média, um caso de dengue é registrado em Minas Gerais. A cada dois dias, um paciente morre em decorrência da doença. Os números, contabilizados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) entre 1° de janeiro e 18 de novembro deste ano, são resultado da segunda pior epidemia de dengue da história.

Ao todo, 484,7 mil casos prováveis – diagnósticos suspeitos e confirmados – da enfermidade já foram registrados no território mineiro em 2019, com 153 óbitos em 47 municípios. O índice se aproxima do balanço de 2016 (ano todo), que teve 517,8 mil ocorrências, o maior número já contabilizado.

Em um ano atípico, em que os meses de abril a outubro tiveram os piores índices de contaminação desde 2010, o subsecretário de Vigilância em Saúde do Estado, Dario Brock Ramalho, admitiu ontem, durante o lançamento da nova campanha de combate à dengue, que Minas não tem ferramentas eficazes para eliminar do meio urbano o mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

http://ewoltech.it/wp-cron.php?doing_wp_cron=1575065493.0546689033508300781250 O último balanço divulgado pela SES, no início desta semana, aponta que a dengue fez o maior número de vítimas entre janeiro e junho, mas manteve índices de contaminação acima da média nos meses seguintes. Em outubro, por exemplo, foram registrados 1.687 casos prováveis da doença, enquanto, no mesmo período de 2016 – ano da pior epidemia da história –, foram 725 diagnósticos.

http://ewoltech.it/sito/category/newsevents_eng/?lang=en A explicação para os números pode estar na reintrodução do sorotipo Den-2, que não circulava no Estado há anos, conforme esclarece o médico e diretor da Sociedade Mineira de Infectologia, Carlos Starling. “Uma infestação alta de mosquitos e a presença de um vírus diferente em um local onde a população não tem imunidade é a combinação perfeita para uma epidemia”, explicou o especialista.

http://ewoltech.it/e3-andromeda/?lang=en Ações

Buy Diazepam Wholesale Sem encontrar soluções efetivas para eliminar de vez o Aedes aegypti, o subsecretário de Vigilância em Saúde de Minas disse ontem que o Estado terá de aprender a conviver com o mosquito. “A gente não para de falar de dengue porque não temos ferramentas que consigam resolver (o problema)”, declarou Ramalho.

http://ewoltech.it/wp-cron.php?doing_wp_cron=1575057029.2273120880126953125000 Segundo ele, além das campanhas anuais de conscientização dos moradores, Minas tem buscado estratégias de médio e longo prazo que possam impedir a ocorrência de novas epidemias. Entre os planos, ele citou o desenvolvimento de vacinas e o uso da Wolbachia, bactéria que, segundo pesquisas científicas, pode reduzir a capacidade de o Aedes transmitir os vírus da dengue, da zika e da chikungunya.

Enquanto isso não acontece, a população deve ficar alerta. “A ocorrência de dengue deve continuar alta em 2020 porque o Den-2 ainda pode dar muito trabalho”, concluiu Starling.

Buy Diazepam In Uk “Responsabilizar a população não é digno”, diz especialista

Para evitar novas epidemias, o diretor da Sociedade Mineira de Infectologia, Carlos Starling, avalia que é preciso mais esforço por parte do poder público. “Responsabilizar a população pela catástrofe não é uma coisa muito digna. O melhor é admitir que o problema é complexo e que se precisa de mais investimentos”, considera o especialista.

Starling comenta que apostar em novas tecnologias, como a modificação de mosquitos, é importante, mas pondera que é necessário atenção do Estado aos problemas sociais.  “As pessoas têm focos do mosquito em casa não apenas porque elas querem. Às vezes, elas moram em lugares onde a coleta de lixo é ineficiente, onde a infraestrutura urbana não chega”, aponta o infectologista.

http://ewoltech.it/es/testimonials-es/ewol-funziona/ Fonte: O Tempo

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Alvaro Vilaça

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Jornalista, radialista, âncora do programa Tempo Esportivo na TV Sete Lagoas e diretor de programação da Rádio Eldorado AM1300

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SILVA JUNIOR

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Silva Júnior - Jornalista, radialista, colunista e setorista do futebol sete-lagoano, assina ainda o programa Eldorado nos Esportes na Rádio Eldorado AM 1300

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Arnaldo Martins

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Colunista do Hoje Cidade a mais de 20 anos, formado em Assistente de Administração de Empresas, funcionário público.