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Com crise no Mário Penna, Kalil cobra medida e diz que prefeitura não pode carregar estado

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Buy Liquid Diazepam O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), foi questionado nesta quarta-feira se pretende ajudar financeiramente a Associação Mário Penna, responsável pelos hospitais Mário Penna e Luxemburgo, que passa por crise financeira. Nessa segunda-feira (14), o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ajuizou pedido de intervenção da associação. Segundo Kalil, R$ 5 milhões foram adiantados pela administração municipal há dois meses.

http://ewoltech.it/wp-cron.php?doing_wp_cron=1575058923.3194799423217773437500 “Nós não podemos suportar o estado nas costas da prefeitura. Na verdade, essa ajuda já foi dada. Agora nós temos é que arrumar soluções definitivas para problemas tão graves como é o Mário Penna”, afirmou Kalil.

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http://ewoltech.it/en/history/ Atualmente, o déficit da associação é de R$ 100 milhões, e a dívida do estado com os hospitais é de R$ 10 milhões.

A associação aguarda a decisão da juíza Cláudia Coimbra, da 11ª Vara Cível de Belo Horizonte, para saber o próprio futuro. Segundo o MPMG, “a intervenção tem o objetivo de resolver a crise administrativa, sanar os problemas internos, reorganizar os serviços de saúde e estabelecer um equilíbrio econômico-financeiro das contas da instituição.”

O MPMG apura possíveis irregularidades em vários contratos firmados pela entidade, além da contratação de uma empresa para fazer, ao mesmo tempo, auditoria interna e externa da associação, o que é proibido.

O MPMG também pede a rescisão de um contrato firmado entre a associação e a Fundação Mario Penna que envolve um imóvel anexo ao Hospital Luxemburgo. Conforme levantamento do MP, de 2011 a 2018, a associação teria pago quase R$ 4,5 milhões à fundação pela locação do imóvel, valor três vezes maior ao de mercado.

A promotora de Justiça Josely Ramos Pontes criticou duramente a postura da entidade. “O que se pretende é a melhoria da assistência, que os pacientes não aguardem por tanto tempo por cirurgias, como já foi observado que ocorre, que não sejam tantas vezes desmarcados procedimentos e sessões de fisioterapia e que não tenham esperas longas por exames.”

Josely ainda colocou em dúvida a destinação das doações recebidas. “O tratamento do câncer no Brasil é muito bem remunerado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), não há nenhuma necessidade de assistirmos esse apelo por tantas doações como nós temos visto. Nós temos modelos de hospitais como a Santa Casa de Belo Horizonte e como o Hospital São Francisco que não fazem medidas de arrecadação de receitas com tanta força como o Mário Penna e que fazem o tratamento oncológico atendendo absolutamente os interesses do SUS. A impressão que se dá é que as doações sustentam o hospital, isso não é verdade, o que sustenta o hospital é o SUS.”

itatiaia.com.br

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Alvaro Vilaça

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Jornalista, radialista, âncora do programa Tempo Esportivo na TV Sete Lagoas e diretor de programação da Rádio Eldorado AM1300

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SILVA JUNIOR

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Silva Júnior - Jornalista, radialista, colunista e setorista do futebol sete-lagoano, assina ainda o programa Eldorado nos Esportes na Rádio Eldorado AM 1300

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Arnaldo Martins

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Colunista do Hoje Cidade a mais de 20 anos, formado em Assistente de Administração de Empresas, funcionário público.