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Terá que haver mudanças

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Na metade de uma aula, em uma Universidade, um dos alunos, inesperadamente perguntou ao professor: O senhor sabe como se capturam os porcos selvagens?

– O professor achou que era uma piada e esperava uma resposta engraçada.

– O jovem respondeu que não era uma piada, e com seriedade começou sua dissertação: – Para capturar porcos selvagens, primeiro localiza-se um lugar na floresta que os porcos selvagens costumam frequentar, e ali se coloca um pouco de milho no chão, diariamente.

Assim, os porcos selvagens vêm diariamente para comer o milho “grátis” e, quando se acostumam a vir diariamente, você constrói uma cerca no entorno do local, onde eles se acostumaram a comer, um lado de cada vez.

Aí, quando eles se acostumam com a cerca, eles voltam para comer o milho, e você constrói outro lado da cerca.

Eles voltam a acostumar-se e voltam a comer.

Você vai construindo a cerca no entorno, pouco a pouco, até instalar os quatro lados do cercado em torno dos porcos.

No final, instala uma porta no último lado.

Os porcos que eram selvagens já estão habituados ao milho fácil e às cercas e assim começam a vir sozinhos pela entrada.

É aí que você fecha o portão e captura a todo o grupo.

Simples assim, viu professor!

No passo a passo, até que no último segundo os porcos perdem sua liberdade.

Eles começam a correr em círculos dentro da cerca, mas já estão presos, e depois, começam a comer o milho fácil e gratuito.

Os porcos ficam tão acostumados a isso que esquecem como caçar por si mesmos, e por isso aceitam a escravidão.

Os porcos mostram-se gratos com os seus captores e, por gerações, vão felizes ao matadouro.

Eles nem desconfiam que a mão que alimenta é a mesma que lhes abate.

Então, o jovem comentou com o professor que era exatamente isso que ele via acontecer no seu país, no seu estado, em sua cidade, com o seu povo.

Governos populistas, de projetos ditatoriais, estiveram jogando milho gratuito por tempo suficiente para alcançar a mansidão do eleitor.

Executivo e Legislativo dito como “Salvadores” disfarçados, em “Programas Sociais”, com suas esmolas, dá dinheiro que tira do nosso bolso (trabalhador) através dos impostos que pagamos.

Toda essa “gratuidade” que nos oferecem, cheia de felicidade para um povo mal acostumado com as migalhas do milho fácil e “gratuito”, rouba-nos a capacidade de sermos críticos, pensantes e pessoas empreendedoras.

A Conversa Afiada te alerta, que nada nos saiu “de graça”.

Portanto, “não existe almoço grátis” como são dados aos porcos selvagens.

Moral da história:

Cruze os braços e coma também o milho e aguarde ao abate, ou comece a pensar em mudanças.

Colaborador-Academia

Até a semana que vem se Deus quiser, e Ele há de querer.

Por Arnaldo Martins

Cebolinha

Arnaldo Martins

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Colunista do Hoje Cidade a mais de 20 anos, formado em Assistente de Administração de Empresas, funcionário público.

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Alvaro Vilaça

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Jornalista, radialista, âncora do programa Tempo Esportivo na TV Sete Lagoas e diretor de programação da Rádio Eldorado AM1300

Arnaldo Martins

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SILVA JUNIOR

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Silva Júnior - Jornalista, radialista, colunista e setorista do futebol sete-lagoano, assina ainda o programa Eldorado nos Esportes na Rádio Eldorado AM 1300

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