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Da dor nasceu um movimento de luta contra o feminicídio

PELAS RUAS – Ato pelo fim da violência contras as mulheres - Foto Viviane Abreu
PELAS RUAS – Ato pelo fim da violência contras as mulheres - Foto Viviane Abreu

Projeto Marinas atua na área da educação, com palestras e também apoio às vítimas 

Em meio ao luto após tragédia que chocou Sete Lagoas, familiares e amigos de Marina Máximo – vítima de feminicídio em 17 de dezembro de 2018 – resolveram transformar a dor em luta, dando vida ao “Projeto Marinas”.

O marco inaugurou da proposta reuniu centenas de pessoas nas ruas da cidade, no último 17 de março, na primeira passeata da luta do grupo contra o feminicídio. A data foi escolhida por ser o aniversário da Marina Máximo.

O objetivo do projeto é atuar principalmente na área da educação, considerado pelos idealizadores o primeiro passo para a descons-trução de uma sociedade machista, marcada por episódios de violência física e psicológica.

O trabalho abrange palestras em escolas e universidades e também auxílio às mulheres que sofreram ou sofrem com violência doméstica, oferecendo apoio.

O projeto tem parceria de outros grupos voltados para a temática da violência contra as mulheres, como o Empoderadas, criado e coordenado pela psicóloga Driely Mariely Crizólogo Silva; o Corrida por Elas, coordenado e instituído pela Ruvia Donátila, evento em prol da causa a realizar-se em 4 de agosto; e o projeto Colheres de Ouro, coordenado e idealizado por Paula Veloso, médica que foi vítima de violência doméstica.

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“Mulheres não podem mais ser assassinadas por não poderem exercer o seu direito de escolha, de querer ou não alguém ao seu lado, não pode mais ser associada a um suposto dever de ser mãe, esposa, do lar, não pode mais ser diminuída no mercado de trabalho, não pode mais ser julgada e condenada unicamente por ser mulher. Esta luta não é só nossa, não é somente do mundo feminino, é de toda a sociedade, de todos os gêneros”, ressalta Camila Lopes, Advogada e uma das idealizadoras do Projeto Marinas.

“Quando há uma vítima de feminicídio, não morre somente a mulher, vai junto com ela um pouco de todos os familiares, amigos. Por isso contamos com a ajuda de todos, juntos podemos fazer a diferença”, observa, conclamando toda a sociedade a participar.

Da Redação

Barbara Dias

Barbara Dias

Jornalista com especialização em publicidade e marketing, coordenadora do Portal Sete, editora chefe do Jornal Hoje Cidade e assina o programa Tarde Viva na Rádio Eldorado AM 1300

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Alvaro Vilaça

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Jornalista, radialista, âncora do programa Tempo Esportivo na TV Sete Lagoas e diretor de programação da Rádio Eldorado AM1300

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SILVA JUNIOR

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Silva Júnior - Jornalista, radialista, colunista e setorista do futebol sete-lagoano, assina ainda o programa Eldorado nos Esportes na Rádio Eldorado AM 1300

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Arnaldo Martins

Arnaldo Martins

Colunista do Hoje Cidade a mais de 20 anos, formado em Assistente de Administração de Empresas, funcionário público.