Respeite as diferenças

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Você que é fiel leitor (a) da nossa Conversa Afiada, observou que por três edições consecutivas o tema que estou enfocando falo da importância e valorização do ser humano no trabalho?

Primeiro citei o fato dos vários funcionários do jornalismo da Globo que foram se desligando da empresa após longos anos de trabalhos prestados.

Qual o motivo os levou a pedir demissão depois de longos anos de trabalho?

Depois citei o relacionamento chefia e funcionários, na qual o diálogo entre ambos causa estresse aos subordinados levando-os a busca de novos ares.

Também nenhum ser humano é de ferro! Concorda?

Pelos os longos anos de vida profissionais já vividas, e por diversas situações já passadas em ambientes de trabalho, e com chefias às vezes sem nenhuma capacidade para tal, posso afirmar que muitos casos acontecem porque exigem mais do que o profissional pode oferecer.

Na minha formação profissional estudei Psicologia Organizacional e lembrei-me de uma história que levará você a ter melhor conclusão dos fatos narrados há três edições consecutivas em nossa “Conversa Afiada”.

Atente para história abaixo:

Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola.

Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.

O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de vôo.

O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental.

E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.

E assim foi feito, incluíram tudo, mas… cometeram um grande erro.

Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.

O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele.

Mas queriam ensiná-lo a voar.

Colocaram-no numa árvore e disseram: “Voa Coelho”. Ele saltou lá de cima e “pluft”… coitadinho! Quebrou as pernas.

O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.

O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira.

Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.

Sabe de uma coisa?

Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por Deus.

Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.

Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feitos.

Respeitar as diferenças é amar as pessoas como elas são.

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Até a semana que vem se Deus quiser, e Ele há de querer

Por Arnaldo Martins

Cebolinha

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