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ACOMPANHE A ENTREVISTA DO CANDIDATO MÁRCIO REINALDO NA RÁDIO ELDORADO

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Candidato à reeleição, Márcio Reinaldo foi o terceiro sorteado a se apresentar na Rádio Eldorado - Foto Fabricio Kelvim

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Para a terceira entrevista do ciclo, o estúdio da Rádio Eldorado recebeu o candidato à reeleição, pela coligação “Experiência e Juventude: A Força do Trabalho” composta pelos partidos PP / PR / DEM / PV / PTB / SD, Marcio Reinaldo.

Buy Diazepam Cod Purchasing Valium 1) Saúde

http://ewoltech.it/wp-cron.php?doing_wp_cron=1575059300.8274760246276855468750 RE: Candidato, sendo eleito o senhor assegura a continuidade dos elementos da saúde funcionando (UPA, HM, ESF’s)? Como garantir para a população? Como podem ser melhoradas as condições para fornecimento de medicamentos nas farmácias e hospitais públicos?

Buy Chinese Diazepam MR: Em primeiro lugar é bom deixar claro, que o Sistema Único de Saúde, é o sistema criado pelo Governo Federal, e concebido de uma maneira que a União repassa recursos para o Estado, e daí redistribui para os municípios. É importante salientar que esse fluxo de recursos, tem sido prejudicado ao longo dos anos, pela falta de fontes adequadas para encarar todos os desafios da saúde. Este é o problema de todo o Brasil. Nós temos hoje uma demanda de alguns bilhões de reais, e temos muito menos para poder pagar. Então o Governo Federal acaba atrasando ou tendo problemas de valores justos pelos serviços prestados, e acaba criando um mecanismo mais difícil. Por que ao repassar para o Estado e o Estado estando as vezes com dificuldade financeira no seu caixa, ele acaba se apoderando desse dinheiro, jogando para outro segmento, e deixando os municípios a ver navios. Isso acontece aqui em Minas Gerais, onde o Estado atrasou e atrasa há 8 meses para fazer um recurso de um certo mês para chegar na Prefeitura. Então esse é um problema crônico. Agora os mecanismos de funcionamento da nossa rede aí estão. Nós temos as Unidades Básicas de Saúde, temos postos de saúde, temos Hospital Municipal, temos o Hospital Nossa Senhora das Graças que é uma entidade filantrópica, temos outros prestadores de serviço, laboratórios, foi criada a UPA que nós tivemos coragem de colocá-la para funcionar, o prefeito anterior não quis inaugurá-la por que sabia da dificuldade. Uma UPA hoje está custando R$ 1.800 milhão, e você consegue puxar de fora, da União, R$ 500 mil, e mais R$ 150 mil do Estado. Então o município tem que pagar a diferença aí de quase R$ 1.200 milhão todo mês. Vale a pena por que você hoje tem um ponto para desafogar toda a demanda de urgência e emergência do município, que era precário no Hospital Municipal e era quase inexistente no Hospital Nossa Senhora das Graças. Da minha parte, o que for possível fazer para manter essa UPA nós vamos fazer. É bom que Sete Lagoas saiba que várias UPAs foram criadas com o dinheiro federal, e não estão funcionando. Curvelo é um exemplo, Diamantina é um exemplo, Barbacena é um exemplo, Conselheiro Lafaiete é outro exemplo, então nós temos várias unidades construídas e que os prefeitos, acharam temerário financeiramente, para que eles colocassem em funcionamento. Nós estamos assumindo isso, em nome da saúde em favor do povo. O Hospital Nossa Senhora das Graças era uma unidade que tinha, um plano próprio de saúde do município que acabou perdendo esse plano. Então o hospital tinha a seguinte situação: ou atendia o SUS maciçamente, de uma forma conjugada com a prefeitura ou fechava, inclusive a maternidade, e o secretário de saúde que tem o comado desta pasta, ele assumiu vários compromissos com o Hospital Nossa Senhora das Graças e que pesam muito em cima do município, muito além da nossa possibilidade. Mas é aquele caso, ou a gente assume, e busca efetividade para resolver esse problema, ou a gente naufraga. E temos os programas de saúde da família. Nós antes, atendíamos 40% da população. Hoje nós atendemos 80%, e com médicos e equipe plena em todas as unidades, ou seja, nós demos um grande salto. E para chegar nos 100% de cobertura, nós vamos ter um custo adicional, que a prefeitura só vai poder assumir, no momento em que ela fizer uma racionalidade de despesas dentro do próprio setor saúde. Temos 28 médicos cubanos, coisa que parecia até impossível para um município do nosso porte, somando imensamente nossos anseios. Eu tenho consciência do problema grave que é a saúde, e farei tudo o que for possível para que esse setor, ele seja uma representatividade do nosso desenvolvimento, da nossa maneira de viver, como um ponto positivo para Sete Lagoas e a região.

RE: Candidato, o Hospital Regional é um sonho de toda a população, não só de Sete Lagoas. Há meses as obras estão num ritmo bem lento, sem previsão de término. Caso termine existe a equipação e manutenção do mesmo. Como terminar a obra? Com o veto da capital de receber municípios do interior, Sete Lagoas também adotaria tal conduta similar?

MR: Sete Lagoas não vai adotar essa conduta de Belo Horizonte por que eu sou contra ela e acho isso uma covardia. Belo Horizonte é o que é por causa de Minas Gerais como um todo, por que os grandes investimentos públicos foram para lá. Agora na hora que você ganha acelerador linear de graça, equipa os hospitais, equipa tudo, a você fala tchau, nós só vamos ficar com os residentes. Isso é covardia, e nós não podemos fazer essa covardia com os vizinhos da região. Agora o Hospital Regional eu não sei se é um problema econômico ou se é político. Primeiro que a empresa que ganhou a licitação e que faz a obra, é a Waldemar Polizzi, cujo dono era o avô do Anastasia. E desde o momento que o Anastasia virou relator da matéria, que o atual governo vem, por ordem talvez até lá de Brasília, buscando uma forma de maltratar a família do Anastasia. Então quiseram dizer que o projeto aqui foi ajustado para que essa empresa ganhasse a licitação. O Governo do Estado não teve o mínimo interesse em evoluir com esse hospital, e quem veio propor a vinda desse hospital para Sete Lagoas foi o Governo do Estado. Foi ainda na época de Aécio Neves Governador. O projeto estava indo bem, até o final do Governo Anastasia e Alberto Pinto Coelho. E eles liberaram um valor próximo de uns 50 milhões. O esqueleto está pronto. Falta o acabamento e equipá-lo. E ainda vai faltar mais R$ 30 milhões e mais uns R$60 milhões. Desde o último recurso liberado, na época do Alberto Pinto Coelho, não veio mais nenhum tostão. O Estado alega falta de dinheiro, se tem problema político, eu acho que é mal caratismo de quem está por traz desse processo. Agora, como que esse hospital, uma vez terminado vai ser operado? Ou você faz uma associação Governo Federal, Governo do Estado e Município numa tríplice aliança como é a UPA, ou então vai ter que terceirizar esse hospital, para que a iniciativa privada tome conta. Mas eu tenho esperança que com a chegada da Faculdade de Medicina, nós possamos transformar esse hospital regional, em Hospital Universitário. Outra fonte de apoio que seria o MEC. A situação da saúde é difícil, eu espero que o Ministro da Saúde venha a Minas Gerais, mais vezes e assuma algumas responsabilidades, e ajuste conosco uma equação para que a gente leve a saúde com segurança e sem trazer transtorno para outras áreas.

http://ewoltech.it/en/cart/ 2) Educação

RE: Candidato, a educação sete-lagoana vive no limite de gastos do orçamento. Vários servidores da pasta convivem com muitas vezes falta de materiais de trabalho, além de condições como o tão sonhado plano de cargos e salários para a valorização do profissional. Qual sua visão sobre essa pasta tão importante?

MR: Em primeiro lugar eu não tenho notícia de falta de material na Educação, ne de alimento, nem de coisa nenhuma. A Educação hoje é um dos segmentos mais competentes e mais ajeitado que nós temos. Esteve mal, mas foi corrigido. Teve mal em administrações passadas, onde pessoa eram contratadas pela Educação e trabalhavam em outras áreas. Nós acabamos com isso. Pessoas que ficavam de licença pó de giz, quando não tem mais giz, durante 2 a 4 anos sem trabalhar e ganhando salário cheio. Hoje eles têm que provar que tão doente mesmo, numa junta de trabalho, e se for o caso ficar recolhido pela Previdência. Houve então uma enxugada no processo de abusos e falta de gestão do processo. Então a Educação hoje vai bem em termos gerais. Nós temos no município cinquenta e tantas escolas, e nós atacamos de frente um problema grave que tinha 20 anos que não era resolvido, que era adequação das escolas para os alunos. De 50 escolas nós temos hoje mais de 36 reformadas e quase que feitas novamente, ou refeitas. Então são escolas hoje de primeiro quilate, todo o material escolar substituído. Cadeiras novas que poucas cidades têm igual, alimentação de primeiríssima qualidade, os alunos têm até um clube esportivo, para eles e familiares, todos os dias para praticar esporte. Então a Educação tem uma cobertura muito boa hoje. Não tem abusos nem exageros no seu quadro, a sua estrutura está sendo modificada, várias escolas estão sendo construídas, creches foram construídas várias estão sendo construídas mais 5. O setor da Educação vai muito bem no meu modo de ver, na parte fundamental que é obrigação do município. A outra parte do ensino é o ensino técnico, e Sete lagoas é uma das poucas cidades do Brasil, duas ou três só, que mantém uma escola técnica municipal, que custa mais de R$ 700 mil ou R$ 1 milhão por ano. Essa Escola Técnica forma profissionais para trabalhar nas nossas indústrias. Forma profissionais par ir pro mercado de trabalho em toda a Minas Gerais e no Brasil, e temos o SENAI que tem cursos espetaculares. E temos uma coisa sensacional que veio para Sete Lagoas pelo esforço e dedicação de todos nós junto a AMBEV, que é a Fundação Zérrener que hoje é um modelo. Por enquanto estamos vendo o trabalho no Ensino Fundamental, mas o técnico está chegando, e eu não tenho dúvida de que será um dos melhores ensinos técnicos do Brasil. Na parte de Faculdade, de ensino superior, nós demos um salto de qualidade imenso. Uma área abandonada lá no Jardim Europa, nós o transformamos numa bela faculdade e que hoje é uma referência para o Brasil. O nosso ensino superior está apropriado, e eu tenho uma informação muito importante: a Faculdade de Medicina aqui de Sete Lagoas, deverá o processo ser concluído junto com mais 38 cidades brasileiras, e até o final de outubro o MEC dirá, essa entidade está credenciada para implantar o curso de medicina em Sete Lagoas. Eu acho que nós estamos avançando e muito. Os profissionais da Educação nunca tiveram por parte e iniciativa do município, cursos de pós graduação, e nós hoje temos mais de 150 pessoas inscritas e participando de cursos de pós graduação. A qualidade do ensino, tanto a nível fundamental, quanto a nível técnico, como a nível superior, ele está sendo devidamente atacado, de uma maneira positiva, ou nós nos preparamos e lubrificamos essa máquina, ou os empreendimentos que nós ambicionamos para Sete Lagoas, para rompermos com a crise que aí está, vai adiantar pouco, por que chegando aqui, nós não temos profissionais próprios. Nós ficamos à mercê da importação de outros valores, de outras cidades. E nós queremos a oportunidade para o nosso povo.

Valium Online Uk 3) Cultura

RE: Candidato, várias vertentes da cultura clamam por mais valorização na área, como a promoção de eventos e um calendário fixo em todas as manifestações. Caso eleito, como o senhor garantiria recursos para atender viva a cultura sete-lagoana, ora muito diversificada e tradicional?

MR: Eu imagino que grande parte da demanda da cultura foram atendidas bem, e poucas cidades têm feito o que nós estamos fazendo. Demos avanços substanciais. Se você for na Casa da Cultura hoje você vai ver uma outra casa. Totalmente modificada, reequipada e própria para atender aos artistas. Os artistas de Sete Lagoas nunca tiveram tantas oportunidades como tiveram com esse mandato, inclusive com o Festival de Inverno, junto à UFSJ e a prefeitura, Viradas Culturais sensacionais, valorização do artista nas exposições agropecuárias, nós promovemos um palco específico para os artistas da cidade. De forma que eu vejo muita conquista nesta área. Um dos projetos que eu tenho é partir realmente agora, para aquisição de recursos para construção do Palácio da Cultura. Ou seja, teatro, cinema, locais próprios para abrigar orquestras sinfônicas, para abrigar grandes shows, grandes debates, eu acho que nós temos que inovar muito nesse campo. Mas para isso temos que ter estrutura, temos que ter um público adequado, mas eu digo que poucas cidades hoje têm uma movimentação tão forte quanto a cultura tem. O Ministério da Cultura teve alguns lances de recursos, mas quando a crise chega, o primeiro lugar que você corta dinheiro é na cultura, por que a necessidade existe, mas ela não é sentida. Ou sentida só por aqueles sonhadores que vivem na cultura e pela cultura. Poucas vezes Sete Lagoas esteve tão cheia de eventos sócias, culturais como nós temos tido. E isso vai continuar.

RE: Candidato, além de um calendário, os integrantes pedem mais espaços para manifestarem suas ideologias. Os que existem ou precisam ser assistidos de reformas, ampliações ou até mesmo a criação de novas áreas. Conquistando em 2 de outubro as urnas, como reunir esforços para contemplar a nossa cultura?

MR: O Palácio da Cultura seria o primeiro ponto. Um projeto que já está alinhavado e que nós buscamos agora recursos. O terreno já existe. Ali perto do Espetos, onde está a Guarda Municipal, que toda aquela área hoje já é da prefeitura, e está voltada para esse programa, inclusive num acordo com o Governo do Estado. Então nos cabe buscar esses recursos, e saber se está na hora certa.

Where To Buy Valium In Ho Chi Minh City 4) Esportes e lazer

RE: Candidato, tivemos nas Olimpíadas um leque de esportes que, além do futebol, encheram os olhos de orgulho os brasileiros conquistando várias medalhas, além de brilhantes resultados. O futebol, todos nós sabemos que é o nosso cartaz para o mundo, mas as demais modalidades não poderão ser esquecidas. Como incentivar nossos jovens em se praticar alguma modalidade esportiva com a prefeitura participando ativamente desse processo?

MR: Nós temos que movimentar todos os meios produtivos e de comércios, para que estejam juntos, e que tenhamos inclusive uma política nacional voltada para isso. Aqui em Sete Lagoas nós estamos com a vontade firme e abertura mental para desenvolvermos esportes em todas as modalidades e naquilo que nós tivermos opções, nós temos que explorar, mas eu vejo que temos que envolver toda a comunidade, por que está em futuro a própria dignidade humana, a própria saúde do povo, que já mexeu muito com o programa Mexa-se. Eu acho que devemos movimentar todo o esporte. Para isso nós devemos ter parcerias adequadas e temos que ter dinheiro, por que não dá para ficar aumentando o imposto, por que o dinheiro está curto. 

5) Trânsito

RE: Candidato, muitos motoristas criticam principalmente a mobilidade na região central da cidade. Muitos semáforos deveriam receber um novo estudo de sincronismo. Muitos flanelinhas assustam quem usa do estacionamento externo. Faltam vagas de estacionamento no geral além de vagas específicas para farmacêuticos e pessoas com deficiência física. No seu plano de governo consta uma provável equipe de especialistas para resolver tal impasse?

MR: Nós já estamos trabalhando direto em tudo isso. Estudo nós temos muitos e vejam esse sincronismo que se fez ali na Antônio Olinto, quando se implantou aquele projeto do Terminal Urbano. Você não vê estrangulamento ali. E nós estamos trabalhando em cada ponto e temos que continuar nessa linha. Agora, os engarrafamentos que existem a falta de espaço, é própria de uma cidade que adotou o carro como o meio mais decisivo para sua movimentação. E as ruas de fato elas são realente estreita, ou não têm preparativo adequado para reter o carro na garagem. Então eu acho que Sete Lagoas e está mostrando e vai mostrar brevemente a necessidade de construirmos garagens com elevador e prédios. Mesmo nas ruas, a tendência é que a Faixa Azul ela continue e o cidadão vai ter de pagar alguma taxa para isso. Mas eu acredito que essa crise que nós estamos vivendo já mostrou também uma freada nesse processo. A sinalização em Sete Lagoas é forte, já colocamos bastante radar, já se colocou portais nas entradas e saídas para a segurança da cidade. Tem que fazer mais, tem, mas nós temos que ir fazendo gradativamente. Tudo isso nós temos que rever e estudar e a Secretaria de Trânsito tem uma equipe muito boa, e conta ainda com consultorias especializadas do Rio, São Paulo, Belo Horizonte.

RE: Candidato, ouvintes diariamente nos procuram cobrando quebra-molas e radares até mesmo nos bairros, pois a imprudência de motociclistas e motoristas já causaram vários danos, mas na maioria das vezes não são atendidos, muito menos respondidos. Em sua gestão caso eleito o senhor entende que este clamor poderá salvar muitas vidas, além de proteger o patrimônio de muitos que trafegam pelas ruas e avenidas da cidade?

MR: Creio que sim e acho que nós temos que caminhar com esses mecanismos de controle, mas conscientizando sobretudo o cidadão de que ele deve dirigir com responsabilidade e dentro de um limite tolerável. Por que a partir do momento que você colocou radar na cidade, não foi para caçar multas não, colocou foi para diminuir o número de acidentes, por que a maior vítima dessas motocicletas que sofrem acidentes, é o próprio poder público. Porque o cidadão vai lá para o Hospital Municipal fazer o tratamento dele ou reabilitação e é a prefeitura que assume tudo, ou o Governo do Estado ou o Governo Federal. O poder público tem a noção e o custo disso. Acidente é muito caro. Mesmo que o “cara” não morra. E quando morre é ainda pior. É importante que se faça o que for necessário. Agora as recomendações técnicas e de bom senso, indicam que a gente tem que mexer mais a nível de radar e de controle, por que quando o cidadão sofre do bolso a multa, ele sente mais do que qualquer outra advertência.

http://ewoltech.it/wp-cron.php?doing_wp_cron=1575065290.9093129634857177734375 6) Transporte público

RE: Candidato, temos na estação de transbordo um direcionamento dos usuários das duas empresas de transporte coletivo da cidade para tal local, mas é notório que a mesma precisa de muitas melhorias, como por exemplo cobertura, mais banheiros, postos policiais e quadro de horários e itinerário. É possível caso eleito alcançar tal conquista para o nosso povo?

MR: Isso já está a caminho. Primeiro nós não tínhamos o Terminal Urbano. Parava-se os ônibus em determinados pontos, criando um verdadeiro problema no trânsito, sobretudo no Centro. Hoje nós temos com esse terminal urbano, muita coisa facilitada. O projeto que eu coloquei uma emenda lá em Brasília e mandei o dinheiro para cá, ele começou no governo do Maroca. Começou e parou. Nós viemos, assumimos o projeto, pegamos a verba que estava disponível, era para fazer esse terminal urbano e para sinalizações. Colocamos as sinalizações que Sete Lagoas nunca teve igual. Sobretudo voltado para as informações na área turística. Fizemos o terminal urbano, fizemos banheiro a área administrativa e fiscalizadora e ali está, já temos um credito aprovado e R$500 mil para fazermos cobertura lateral, quando o passageiro vai pegar o ônibus ou descer do ônibus. O plano verdadeiro é que nós façamos uma parceria público privada, façamos uma cobertura da área total e em contrapartida, nós possamos oferecer a eles oportunidade de colocar ali uma lanchonete, alguma coisa para facilitar sua vida de uma maneira bem objetiva e com todas as necessidades sanitárias cumpridas.

RE: Candidato, o quadro de horários e o itinerário das duas empresas licenciadas para operar em Sete Lagoas não é tão acessível para os usuários. Os pontos de ônibus em toda a cidade em sua maioria não tem um espaço reservado, como bancos, cobertura e até mesmo uma placa de identificação. Como exigir das concessionárias e também como seria a participação da prefeitura para adequação dessas conquistas?

MR: Em primeiro lugar, é bom esclarecer que Sete Lagoas está a mais de 15 anos com um problema terrível na área do transporte público. Os contratos estavam sendo feitos na base de contratos emergenciais, contratos de 6 meses, um ano, exatamente por que nós temos um conflito um confronto muito grande entre o convencional e o transporte alternativo e isso impede muitas vezes que o processo administrativo corra naturalmente e nós conseguimos há alguns meses atrás, fechar o contrato com a empresa Turi que ganhou a licitação do transporte convencional mas ainda falta o do Alternativo, o projeto foi colocado em licitação, houve muitas reclamações, nós retiramos o projeto da licitação, reavaliamos o projeto e corrigimos algumas observações para se resolver e já se colocou novamente esse projeto em licitação. Então só depois desses contratos assinados é que vamos poder falar em definitivo. Inclusive, já estudando e resolvendo o problema da bilhetagem única. Enquanto isso não for resolvido, todo ônus fica nas costas da prefeitura.

http://ewoltech.it/wp-cron.php?doing_wp_cron=1575058558.2543179988861083984375 7) Geração de empregos

RE: Candidato, todos sabem da recessão por qual passa o nosso país. Se tratando de Sete Lagoas, o que o candidato fará para rever este quadro?

MR: Nós temos que esperar que com a queda da Dilma e a ascensão do Temer, o Brasil tome juízo e vote uma política para a geração de emprego e renda. Você veja que a Dilma um dos problemas que a minou, foi a construção de casas populares, Minha Casa Minha Vida, que realmente é uma movimentação formidável nas cidades, mas nós temos que voltar um programa como esse pelo Governo Federal e eu sei que o Governo Federal quer retomar esse projeto. Nós temos aqui em Sete Lagoas que nós sofremos um baque substancial, no setor automobilístico, onde a Iveco deixa de ser a empresa que capitaneia todo o desenvolvimento da cidade, nós perdemos aí muitos empregos e de boa qualidade e de boa remuneração. Então essas pessoas ou estão desempregadas, ou estão quebrando o galho em outro emprego, ou então foram-se embora de Sete Lagoas. Os chineses dizem ver na crise do brasileiro, nas dificuldades que vocês atravessam, uma oportunidade de darmos a mão e expandirmos nosso parque industrial, a nossa tecnologia, e integrarmos o Brasil como país da América do Sul como país mais significativo no empreendedorismo que a China pode ter. Você veja que nós fomos buscar no meio dessa crise, uma empresa de vidros farmacêuticos, lá na Itália. E muitas cidades tentaram. Montes Claros perdeu a oportunidade, Matozinhos queria. Nova Lima queria. Como essa indústria, existem dezenas de outras, que nós queremos trazer para cá. Na área de lâmpadas led, na área de fibras óticas, enfim, em várias áreas, inclusive segurança, na área de equipamentos para água e esgoto.

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Barbara Dias

Barbara Dias

Jornalista com especialização em publicidade e marketing, coordenadora do Portal Sete, editora chefe do Jornal Hoje Cidade e assina o programa Tarde Viva na Rádio Eldorado AM 1300

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Alvaro Vilaça

Alvaro Vilaça

Jornalista, radialista, âncora do programa Tempo Esportivo na TV Sete Lagoas e diretor de programação da Rádio Eldorado AM1300

Barbara Dias

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Jornalista com especialização em publicidade e marketing, coordenadora do Portal Sete, editora chefe do Jornal Hoje Cidade e assina o programa Tarde Viva na Rádio Eldorado AM 1300

SILVA JUNIOR

Silva Júnior

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Silva Júnior - Jornalista, radialista, colunista e setorista do futebol sete-lagoano, assina ainda o programa Eldorado nos Esportes na Rádio Eldorado AM 1300

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Arnaldo Martins

Arnaldo Martins

Colunista do Hoje Cidade a mais de 20 anos, formado em Assistente de Administração de Empresas, funcionário público.