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ACOMPANHE A ENTREVISTA DO CANDIDATO EMILIO DE VASCONCELOS NA RÁDIO ELDORADO

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Emilio de Vasconcelos foi o segundo candidato sorteado e esteve na Rádio Eldorado no dia 31/08/2016 - Foto Aline Teixeira

http://ewoltech.it/en/boat-show-en/metstrade-2019/ A segunda entrevista foi com o candidato da coligação Melhor para Sete Lagoas composta pelos partidos PSB / PSD / PPS Emílio de Vasconcelos.

How To Order Valium Online 1) Saúde

http://ewoltech.it/barche/grand-soleil-47/ RE: Candidato, sendo eleito o senhor assegura a continuidade dos elementos da saúde funcionando (UPA, HM, ESF’s)? Como garantir para a população? Como podem ser melhoradas as condições para fornecimento de medicamentos nas farmácias e hospitais públicos?

EV: Primeiro a gente não pode falar em continuidade, por que não está funcionando. A população de Sete Lagoas sabe que nosso sistema de saúde não funciona, eu não digo nem que não funciona a contento, ele não está funcionando. Todos os bairros que eu vou a conversa é sempre a mesma: você vai no ESF (Estratégia de Saúde da Família) do bairro, você vai no Centro de Saúde do bairro, você vai na UPA e não há profissional. Não há atendimento. O pessoal procura consulta no ESF, chega lá não tem um profissional, não tem consulta. Aí se desloca à UBS ou CS e é o mesmo problema. Encaminha para a UPA e a UPA não é para atender consulta, a UPA é para atender urgência e emergência, isso é o que é dito à população e a população fica sem a consulta. Então não está funcionando. Nós entendemos de forma muito clara, primeiro eu conheço muito bem o sub financiamento do problema da saúde, é nacional. Eu reconheço. Mas em Sete Lagoas ele é mais grave. O governo Federal tem sufocado os municípios e os hospitais filantrópicos com a não correção das tabelas do SUS. Mas o povo precisa de solução, e eu entendo muito claramente que o problema de Sete Lagoas está na consulta. É uma consulta que não é feita, o povo que não é atendido. Demora-se meses para a marcação de uma consulta e depois junto com ela tem que ter o exame. E isso vira doença, vira internação. Então, o que estão fazendo, imaginando economia, fica muito mais caro. Recentemente houveram demissões de médicos e isso custou muito mais achando que ia economizar os recursos públicos e isso acaba custando mito mais. Uma consulta, um tratamento preventivo é muitas vezes mais barato que uma internação. Então, a minha proposta, e eu vou defender e acredito nisso. Primeiro nós vamos utilizar a estrutura já existente, ela é satisfatória. É raro você ver aqui u bairro que não há uma instalação de ESF, ou Centro de Saúde ou uma Unidade Básica de Saúde, mas elas estão inadequadas, muitas vezes em casas inadequadas, pois você vai em centros de saúde construído que a condição de trabalho é muito ruim, é muito quente, mal ventilado. Isso tem que ser medido, mas no primeiro momento é colocar o profissional. É colocar o médico. Eu tenho conversado muito com nossa gente e as vezes eu que o recurso também não dá para tudo, mas talvez um pediatra duas vezes por semana, por duas horas, já atende ou já melhora. Então nós vamos num primeiro momento buscar, suprir de profissionais, as estruturas que já estão aí, que já existem. Num segundo momento, vou buscar sim, minha maior proposta da saúde, que é a instalação da grande Policlínica, o grande ambulatório municipal, o grande centro de especialidades médicas, onde nós vamos ter lá todo tipo de consulta de forma permanente e constante. Ai a gente acredita que resolvendo a consulta, nós estaremos economizando recursos, por que nós vamos desafogar os hospitais. Tenho certeza disso.

RE: Candidato, o Hospital Regional é um sonho de toda a população, não só de Sete Lagoas. Há meses as obras estão num ritmo bem lento, sem previsão de término. Caso termine existe a equipação e manutenção do mesmo. Como terminar a obra? Com o veto da capital de receber municípios do interior, Sete Lagoas também adotaria tal conduta similar?

EV: Primeiro nós temos que entender o seguinte, as obras não estão andando. Hoje a gente vê com tristeza e não gostaria de dizer isso: Ah o vice governador é meu amigo, o compromisso de terminar o hospital, mas esse vice governador já tem dois anos de mandato. Porque que não terminou até agora? A gente vê discussões constantes e ataque até, coisas que as vezes descem o nível, de que a saúde vai mal, mas aqueles que atacam têm responsabilidade de tocar um hospital, uma obra que é do Estado e que está parada há dois anos. E há crise estadual, mas Divinópolis está andando. Governador Valadares está andando e muito bem por sinal. Então o que falta num primeiro momento é força política, no sentido da gente parar de brigar, para ir no governo e exigir e pressionar. O problema não é terminar a obra. Se gasta mais por ano para se manter o hospital do que tem que se gastar para terminar a obra. Isso nnguém discutiu até agora. Como é que vai ser o custeio? Ele vai ser como é o atual Hospital Municipal, que fica nas costas da prefeitura, que hoje gasta 70% dos recursos? O Governo Federal entra com 27% o Governo do Estado entra com míseros 3%. Cadê essa força política? Eu sou amigo do governador e a cidade não recebe recursos para a saúde do governo do Estado? Isso tem que mudar, deixando de ser amigo dos governantes e sendo amigos dos governados. Esse é um conceito que tem que mudar muito em Sete Lagoas.

Buy Roche Valium Online Uk 2) Educação

RE: Candidato, a educação sete-lagoana vive no limite de gastos do orçamento. Vários servidores da pasta convivem com muitas vezes falta de materiais de trabalho, além de condições como o tão sonhado plano de cargos e salários para a valorização do profissional. Qual sua visão sobre essa pasta tão importante?

EV: Nós temos várias escolas, nós temos profissionais contratados, até aula nós temos, a eu tenho andado nos bairro e tenho ouvido, a escola está lá, a sala está lá, muitas vezes o professor não vai por que está completamente desestimulado, e ninguém fala em qualidade. Parece que pensam que educação é construir quatro paredes, colocar o aluno lá dentro com um professor, e a gente sabe que não é só isso. Escolas foram construídas, eu reconheço. Eu fui na inauguração de algumas, até muito boas as instalações físicas, mas educação não é só um prédio. Educação é gente. Você fala com professores hoje que não têm esse plano de cargo de salários, e aí eu me lembro, que eu fui Secretário de Planejamento há 25 anos atrás, fizemos o primeiro plano de cargo de salários da Prefeitura Municipal de Sete Lagoas. Tivemos essa preocupação. De lá pra cá isso vem sendo enrolado. Então primeiro você tem que estimular o profissional, tem que ter critério, tem que ter meta, tem que ter mérito para aqueles que as metas são cumpridas. Tem que ter gestão. Tem que ter acompanhamento. Tudo isso falta. Eu vou priorizar a educação, a obrigação básica do município.

RE: Candidato, atrelada à pergunta anterior, caso sua futura gestão, caso eleito for, alcance tais níveis escalonados na estrutura e na valorização do servidor educacional, o eleitor poderá contar com concursos que preencherão vagas nas unidades do município e serem realmente convocados caso aprovados?

EV: Eu to falando em ensino básico, ensino fundamental, mas nós temos aqui uma belíssima Escola Técnica, nós temos aqui um gravíssimo problema de emprego, e nós temos que voltar a Escola Técnica, que é nossa e nós não vamos abrir mão, mas nós temos que fazer uma coordenação onde o aluno formado ele vai ser acolhido. O que falta muitas vezes em Sete Lagoas é a preocupação, é o acompanhamento. Então o aluno que sair da nossa FUMEP, ele tem que ter um programa mais agressivo de estágio na própria máquina pública. Ele tem que ter um programa, na medida que a gente incentivar a instalação de novas empresas, junto com esse incentivo, já tem que ter um convênio de acolhimento desse aluno recém formado. Hoje as grandes empresas todas usam o termo Treinne, um emprego onde você está treinando o recém formado. Nós temos que implantar esse programa em Sete Lagoas em todas as empresas que houver incentivo de instalação em Sete Lagoas, e não é só incentivo para empresas que venham se instalar na cidade, muitas vezes você tem que dar o incentivo para crescer o que está aqui dentro. Nós temos que passar por isso: preocupação, atenção e acompanhamento para a gente encaminhar nosso jovem para o emprego. 

http://ewoltech.it/wp-json/pum/v1/analytics/?event=open 3) Cultura

RE: Candidato, várias vertentes da cultura clamam por mais valorização na área, como a promoção de eventos e um calendário fixo em todas as manifestações. Caso eleito, como o senhor garantiria recursos para atender viva a cultura sete-lagoana, ora muito diversificada e tradicional?

EV: Eu acredito muito na cultura. Cultura produz riquezas. Produz conhecimento e é muito o que nós estamos precisando. Eu também acredito que Sete Lagoas está muito no chão. A cidade está triste. As coisas não estão acontecendo, nossa população está cabuniada. E não tem nada melhor do que a cultura para levantar esse ânimo da cidade. Eu acho que uma das metas maiores que nós temos que conquistar em Sete Lagoas é voltar a felicidade para nossa gente. A cultura é o caminho. As vezes um grande show que você traz de fora, o custo de um show desses, sustenta, no bom sentido, você faz parcerias com diversas entidades no decorrer de um ano inteiro. A cultura de Sete Lagoas é muito diversificada e muito produtiva. O que falta muitas vezes é liga dos diversos seguimentos, por que falta uma política municipal de cultura. Eu tenho um projeto no nosso programa de governo, e nós vamos dar muita atenção a ele, que é criar um órgão, e eu vou buscar parceria sempre, eu acredito que eu transferir recurso para esse terceiro setor, é muito mais barato que eu criar estruturas próprias dentro da prefeitura. Mas eu vou ter uma estrutura que vai apoiar esse pessoal. É uma estrutura de projeto, de acompanhamento e de prestação de conta. Muitas vezes esse pessoal tem vocação, mas não sabe cuidar de burocracia. A outra forma é contratar sim. Quando eu vou numa quadrilha no Bairro do Carmo, no JK, eu falo que eu transfiro recurso mas na verdade eu não estou dando eu não estou ajudando, eu estou fazendo uma parceria onde iremos definir quantas vezes eles vão apresentar no calendário da prefeitura, no calendário da cidade, de certa forma eu estou comprando a apresentação deles. Isso para movimentar a cidade. Não existe cultura e na existe turismo sem calendário. Eu tenho um projeto e há muito tempo eu falo, vou insistir e vou fazer, que é o dia “7” em Sete Lagoas. Não é só esse calendário, nós temos que colocar nossas grandes festas, nossos grandes eventos de forma permanente, mas o dia “7” em Sete Lagoas é termos aqui, atrações, eventos, movimentações, todo dia “7”, seja ele segunda-feira ou sábado. A ideia é atrair um público de 5 milhões de pessoas da grande BH, nós temos que divulgar isso lá massiçamente, para que venham aqui, consumir cultura aqui. Consumir turismo aqui. Transferir recursos para nossa gente, para nossa população. A ideia e que chegue no dia “7”, a pessoa que está em Belo Horizonte, olhe no calendário e quando chega no daí “7” venham para cá. São várias ações. Tenho um grande projeto que é um sonho que é a Florestata, vamos fazer parcerias, patrocínios até internacionais. Nós temos aqui grandes empresas mundiais, basta falar Iveco, AMBEV, Pepsico da Elma Chips, enfim, temos tantas que podem ser parceiras e que podem fazer um grande, mas um grande meso projeto na Serra onde teria música e luz, saindo da floresta. Ou seja, temos muitas idéias, temos muita vontade e é uma área que eu gosto e acredito, e sei que vai dar retorno para Sete Lagoas e vai levantar nossa alto estima, e trazer felicidade de volta para a nossa Sete Lagoas.

RE: Candidato, além de um calendário, os integrantes pedem mais espaços para manifestarem suas ideologias. Os que existem ou precisam ser assistidos de reformas, ampliações ou até mesmo a criação de novas áreas. Conquistando em 2 de outubro as urnas, como reunir esforços para contemplar a nossa cultura?

EV: Vou te dar exemplos: Aqui fecharam o zoológico. Sete Lagoas está passando por uma fase terrível, não dá conta de cuidar, vai lá e fecha. Primeiro fecharam o zoológico porque não deram conta de cuidar. Depois fecharam o Parque da Cascata porque não deram conta de cuidar. Vou dar um exemplo, quando falei do zoológico, aquilo ficou fechado muito tempo, numa área nobre, dentro do maior parque, Centro de Convivência de Sete Lagoas, que é o Parque Náutico do Boa Vista, que nós fizemos, obra minha como secretário de obras da administração do meu pai, e aí colocam lá burocracia, colocam lá um órgão público, tudo bem, é a Secretaria de Esportes num lugar até propício pela proximidade, mas tinha um projeto muito mais interessante. Nós podemos colocar a Secretaria de Esportes em outro lugar que ela funciona bem. Lá o pessoal do Ovorini, é cultura de base, queriam fazer lá um Centro de Cultura Compartilhada, eles mesmos iam cuidar, eles tinham um projeto, coisa barata. Deixa a meninada cuidar do espaço público, é deles, e não colocar no local, burocracia. Esse é um exemplo. Nós temos que recuperar as nossas estruturas já existentes que estão deteriorando, Museu Municipal nem precisa falar, nós temos o Casarão, porque que não vão bater na porta da Brennand? O melhor museu do Brasil hoje é o Museu Brennand em Recife. É uma família que investe nisso. Vamos pensar algo ali no fundo do Casarão, como tem no mercado em Diamantina. Agora temos que pensar sim, num grande teatro, temos que buscar uma PPP (Parceria Público Privada) que va dar isso. As áreas são excelentes, temos o Ginásio Coberto que pode ser um multiuso. Temos lá área destinada para o grande teatro, ali no fundo da Feirinha, busque uma Parceria Público Privada que vai envolver isso e vai  viabilizar por que são projetos caros. Tem muita coisa pra fazer, mas tem muito querer do nosso lado para que se faça.

  4) Esportes e lazer

RE: Candidato, tivemos nas Olimpíadas um leque de esportes que, além do futebol, encheram os olhos de orgulho os brasileiros conquistando várias medalhas, além de brilhantes resultados. O futebol, todos nós sabemos que é o nosso cartaz para o mundo, mas as demais modalidades não poderão ser esquecidas. Como incentivar nossos jovens em se praticar alguma modalidade esportiva com a prefeitura participando ativamente desse processo?

EV: Primeiro nas escolas públicas. Nós temos que voltar para a grade escolar não só no papel, na prática. Segundo lugar, acreditando nas parcerias. Todo bairro tem um movimento esportivo. Você tem projetos muito interessantes de vôlei no Jardim Europa, você tem projetos de futebol ara todo lado. O mais importante disso tudo, também estou aprendendo nas ruas, é que cada bairro tem uma vocação. Por exemplo, conversando com a meninada no Ondina Vasconcelos, procurando saber se havia uma área para construir um campo, eles disseram: – Não, nós queremos aqui é de Jiu Jtsu. E Jiu jtsu é mais barato, você tem um espaço, você tem uma escola que você pode fazer um tatami e tem um professor de JiuJitsu é o que eles gostam de fazer. Então isso é importância do diálogo. Você tem que aproveitar as vocações, que á existem. Não adianta você querer implantar vôlei onde o pessoal quer jogar basquete e vice-versa. Tem que incentivar o que as pessoas gostam de fazer. 

RE: Além dos programas já existentes como Mexa-se, você pensa em outros para levar uma melhor qualidade de vida ao nosso povo?

EV: Primeiro quero reconhecer, o Mexa-se é um sucesso. O povo participa. O povo gosta. Quero garantir à população que gosta e utiliza o Mexa-se que vamos mantê-lo e se possível, melhorá-lo. O que é bom tem que ser mantido, o que puder ser melhorado tem que ser melhorado. É uma demanda em todo o bairro que eu vou e que não tem o povo pede. Onde houver vocação, nós vamos buscar e o maior deles, é voltar o Projeto Corpo e Alma. Criação da minha mãe, quem acompanhou sabe do sucesso que foi. Corpo e Alma era esporte, cultura e lazer nos bairros. Para se fazer o Corpo e Alma, onde não tinha uma quadra a gente construía, onde tinha a gente reformava. O maior carinho que eu vou ter, voltar o Corpo e alma, de forma mais moderna, mais ampla, mas com o mesmo princípio. Esporte, cultura e lazer nos bairros, trazendo o povo pra rua. Promovendo as disputas salutares, o calouro do bairro, as misses do bairro, os esportes, os times do bairro, nós vamos voltar isso com muita satisfação.

Buy Valium Roche 10Mg 5) Trânsito

RE: Candidato, muitos motoristas criticam principalmente a mobilidade na região central da cidade. Muitos semáforos deveriam receber um novo estudo de sincronismo. Muitos flanelinhas assustam quem usa do estacionamento externo. Faltam vagas de estacionamento no geral além de vagas específicas para farmacêuticos e pessoas com deficiência física. No seu plano de governo consta uma provável equipe de especialistas para resolver tal impasse?

EV: Sim, com absoluta certeza. Já passou muito da hora de nós termos aqui uma engenharia de tráfico. É um órgão que muitas cidades de médio porte têm. Contagem já tem, Betim tem, todas as capitais têm, é o órgão regulador do trânsito. Como motorista, eu ando na cidade e fico estarrecido. Nós temos aqui um excesso de conversões à esquerda, temos um excesso de sinais de quatro tempos, isso não existe em lugar nenhum do mundo. A última grande modificação no trânsito de Sete Lagoas foi feita comigo, como secretário de planejamento, onde nós colocamos Lagoa Paulino como mão única. A Altino França era invertida. Eu lembro do exemplo que eu dava, quem entrava na Lassance Cunha encontrava com quem saia. Depois que inverteu a mão acabou esse cruzamento. Então trânsito é inteligência.  Sete Lagoas tem espaço, precisa melhorar, mais muito o trânsito de Sete Lagoas. Nós aumentamos as vias em frente o Arthur Bernardes e o Don Silverio. Então vamos sim criar a Companhia de Engenharia de Tráfego, para termos os agentes de Trânsito e liberar o Guarda Municipal hoje para fazer a segurança, que está tão necessária em Sete Lagoas e deixar de cuidar do trânsito. 

RE: Candidato, ouvintes diariamente nos procuram cobrando quebra-molas e radares até mesmo nos bairros, pois a imprudência de motociclistas e motoristas já causaram vários danos, mas na maioria das vezes não são atendidos, muito menos respondidos. Em sua gestão caso eleito o senhor entende que este clamor poderá salvar muitas vidas, além de proteger o patrimônio de muitos que trafegam pelas ruas e avenidas da cidade?

EV: Nós temos que ter bom senso. Hoje em Sete Lagoas, você tem a lombada eletrônica, você tem o radar, você tem equipamentos para coibir isso. Sou muito contra o quebra-molas. Muitas vezes ele é necessário, mas hoje ele é colocado muito sem critério. Tudo bem, ele é um elemento de segurança, tem outros mais modernos e eficientes. Quem anda de ônibus sabe o que é estar numa avenida como a José Sérvulo Soalheiro e sair lá do Nova Cidade para vir para o Centro, e vir toda hora pulando num quebra-molas. É desconforto, é gasto desnecessário, isso entra na tarifa do ônibus. As vezes o excesso de quebra-molas está aumentando a tarifa do ônibus. Então isso deve ser feito com mais critério, com mais competência, com mais técnica, além do desconforto.

http://ewoltech.it/en/barche-en/x-562/ 6) Transporte público

RE: Candidato, temos na estação de transbordo um direcionamento dos usuários das duas empresas de transporte coletivo da cidade para tal local, mas é notório que a mesma precisa de muitas melhorias, como por exemplo cobertura, mais banheiros, postos policiais e quadro de horários e itinerário. É possível caso eleito alcançar tal conquista para o nosso povo?

EV: Sem a menor dúvida. Primeiro é muita pretensão chamar aquilo de estação de transbordo. Aquilo é um ponto. É um canteiro de transbordo. Nossa população não pode ser tratada dessa forma. Ali tem muito o que mudar. Quando nós tiramos os trilhos da cidade, nós fizemos o anti projeto da Avenida Norte/Sul. Ele já constava a base way, o BRT, o Move. Belo Horizonte fez agora. Nesse projeto nós tínhamos 3 estações: uma no Centro, outra no Sul e outra no Norte, para você implantar um sistema de integração no transporte que Sete Lagoas não tem. Quando me perguntam o que eu vou fazer no transporte, a minha resposta é curta e grossa: Eu vou mandar nele. Vou mandar como prefeito. A prefeitura vai assumir o transporte de Sete Lagoas. Nós não podemos manter essa situação onde o concessionário é que escolhe onde passa, quando é que para e quais os horários. Nós não podemos aceitar a situação de termos aqui um transporte com o nome de Alternativo e alternativo não é, que andam nas mesmas linhas, disputam os mesmos passageiros e não são complementares. Sete Lagoas está muito atrasada no transporte público. Nós vamos integrar nele o transporte escolar, que é um transporte importante. São centenas, milhares de alunos que usam o transporte todos os dias. Tem muita coisa para ser feita, mas tem que ser feito. Sempre visando o interesse do usuário, segurança, conforto, pontualidade, palavras que aqui não existem. O desafio é muito grande.  

RE: Candidato, o quadro de horários e o itinerário das duas empresas licenciadas para operar em Sete Lagoas não é tão acessível para os usuários. Os pontos de ônibus em toda a cidade, em sua maioria não tem um espaço reservado, como bancos, cobertura e até mesmo uma placa de identificação. Como exigir das concessionárias e também como seria a participação da prefeitura para adequação dessas conquistas?

EV: Inteligência. Nós temos um problema grave em Sete Lagoas que são os passeios, as nossas calçadas. Muitas vezes muito finas, fica difícil colocar ali um ponto de ônibus coberto, um ponto de ônibus confortável. Vamos ter critério na hora de fazer a parada. É lógico que tem que pensar no caminhar da pessoa, que vai descer e vai estar próxima da sua casa, muitas vezes carregando sacolas de supermercado, mas você tem que procurar eficiência, para que você possa ter em Sete Lagoas, o ponto coberto, o ponto confortável, o ponto iluminado, não a paradazinha de ônibus que a gente tem que não é sinalizada. As vezes o motorista para o carro ali por que não viu, não tem placa, ou quando tem é uma plaquinha ridícula. Nós temos que dar passos imensos, no sentido da modernidade. 

http://ewoltech.it/en/portfolio/e3-elica-pale-orientabili/ 7) Geração de empregos

RE: Candidato, todos sabem da recessão por qual passa o nosso país. Se tratando de Sete Lagoas, o que o candidato fará para rever este quadro?

EV: Esse é um problema que nos atormenta. Mais uma vez temos que ter a visão do problema e ter uma visão da solução. A prefeitura não cria emprego. Não vai ser contratando mais mil que eu vou resolver a questão do desemprego ainda vou quebrar a prefeitura, que já está quebrada. Mas nós temos diversas ações. Uma delas o Brasil inteiro faz hoje, são as PPPs. Tem muito empreendimento que dá para fazer aqui ainda, e à medida que a economia começa a se recuperar, eu acredito, se Deus quiser, isso começa a acontecer no segundo trimestre do ano que vem, nós vamos incrementar as PPS. PPPs são as parcerias que me permite, por exemplo, o próprio Parque Náutico do Boa Vista, você pode buscar ali uma PPP que vai dar manutenção a ele e dar utilização. Não tem nada a ver com privatização, ele continua aberto, o povo tendo acesso a todas as áreas, mas você pode ter um parceiro privado ali, que vá ter uma exploração dos restaurantes, dos quiosques, inclusive em parceria com os atuais que já estão lá. Que vai ter certas datas para se determinar eventos, enfim, você busca essa solução. Você pode ter uma parceria público privada ou uma concessão que vai administrar nossos abandonadíssimos cemitérios, preservando o emprego dos cuidadores e dos nossos coveiros, mas dando uma condição de trabalho que eles não têm. Nós podemos ter uma PPP muito grande que seria a construção do Centro Administrativo, onde você vai ter ali agências bancárias, você vai ter ali lojas de conveniência, que vão remunerar esse parceiro privado, e você vai pagar ele com a transferência de prédios atuais que estão espalhados e você vai economizar um absurdo que se paga de aluguel. Você vai economizar transporte de funcionários de um órgão para o outro, enfim, toda PPP que eu falei, está gerando emprego. Porto Seco e Estação Aduaneira é um empreendimento gigante, mas é um empreendimento que começa agora, ele começa a instalar no começo do ano que vem, e é um empreendimento e geração de milhares de empregos. Juto com esse empreendimento, a parceria com os chineses. Muito mais do que dois empreendimentos, há uma tentativa de união. Essa preocupação com o grande, também nós temos.

RE: Candidato, grande parte dos trabalhadores da nossa cidade estão ansiosos aguardando uma oportunidade de trabalho. Sabendo que esta situação não é exclusiva de Sete Lagoas, como o senhor candidato, caso eleito, pensa em amenizar esse duro quadro, superar tais dificuldades? O senhor considera possível a vinda de organizações do exterior, já que o mercado interno não consegue absorver a demanda de mão de obra?

EV: Nós temos uma política tributária, onde nós queremos usar o imposto que é pago à prefeitura para incentivar a indústria local, a produção de serviços e comercio local. A gente tem que buscar saída, não ficar choramingando que a crise está aí, o problema é nacional. O problema é nacional mas nós temos que buscar solução a nível municipal. Prefeitura existe para isso, eu quero ser prefeito é para participar da solução desses problemas.

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Barbara Dias

Barbara Dias

Jornalista com especialização em publicidade e marketing, coordenadora do Portal Sete, editora chefe do Jornal Hoje Cidade e assina o programa Tarde Viva na Rádio Eldorado AM 1300

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Alvaro Vilaça

Alvaro Vilaça

Jornalista, radialista, âncora do programa Tempo Esportivo na TV Sete Lagoas e diretor de programação da Rádio Eldorado AM1300

Barbara Dias

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Jornalista com especialização em publicidade e marketing, coordenadora do Portal Sete, editora chefe do Jornal Hoje Cidade e assina o programa Tarde Viva na Rádio Eldorado AM 1300

SILVA JUNIOR

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Silva Júnior - Jornalista, radialista, colunista e setorista do futebol sete-lagoano, assina ainda o programa Eldorado nos Esportes na Rádio Eldorado AM 1300

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Arnaldo Martins

Arnaldo Martins

Colunista do Hoje Cidade a mais de 20 anos, formado em Assistente de Administração de Empresas, funcionário público.