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ACOMPANHE A ENTREVISTA DO CANDIDATO LEONE MACIEL NA RÁDIO ELDORADO

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Em ordem de sorteio, Leone Maciel foi o primeiro candidato a participar do ciclo de entrevistas da Rádio Eldorado - Foto Fabricio Kelvim

 

Teve início na terça-feira (30) o ciclo de entrevistas dos candidatos à Prefeitura de Sete Lagoas, na Rede Eldorado de Comunicação com parceria dos veículos associados, Portal Sete e Jornal Hoje Cidade. Ao vivo e sempre às 08h da manhã, com encerramento às 09h, as entrevistas têm o comando de Gustavo Miranda, com tempo dividido através dos seguintes temas: Saúde, educação, trânsito, segurança pública e Guarda Municipal, esportes, lazer e cultura. Na parte final será destinado um tempo para a explanação sobre o Plano de Governo e considerações finais.

A ordem das entrevistas foi definida através de sorteio realizado na sede da Rádio Eldorado, na quinta-feira (25), sorteio transmitido ao vivo pela emissora, às 09 horas. Na sequência, acompanhe as entrevistas em ordem de sorteio:

Na primeira entrevista, o candidato pela coligação “Sete Lagoas Merece Respeito”, composta pelos partidos PMDB / PRB / PMN / PT do B / PSC / PHS / PTC / PEN / PSDB Leone Maciel, explanou sobre os assuntos supracitados, iniciando, como vê-se a seguir:

http://ewoltech.it/wp-cron.php?doing_wp_cron=1575059477.4704749584197998046875 1) Saúde

RE: Candidato, sendo eleito o senhor assegura a continuidade dos elementos da saúde funcionando (UPA, HM, ESF’s)? Como garantir para a população? Como podem ser melhoradas as condições para fornecimento de medicamentos nas farmácias e hospitais públicos?

LM: O tema número 1 de qualquer candidato a prefeito, é saúde, porque a saúde de Sete Lagoas ela está na UTI. Ela encontra-se num estado realmente que toda sociedade está buscando e torcendo par que a saúde melhore. A saúde é falta de gestão. É falta de eficiência na gestão. Você falar que tem 36 Estratégias de Saúde da Família e essas estratégias de saúde não estarem completas, não existe, obviamente uma saúde perfeita. Se você vai na UPA e não encontra uma UPA funcionando, aliás, funcionando, mas não tem médicos, insumos, nem remédios, logicamente o povo vai reclamar. Se você vai no Hospital Municipal, da mesma forma. Se você vai nas Unidades Básicas de Saúde, da mesma forma. É preciso qualificar e é preciso uma gestão eficiente. O problema da saúde é só gestão. Sete Lagoas está pagando para o governo Federal e Estadual procedimentos que deveriam ser União. Mas por falta de controle, por falta de gestão, o município está pagando consequentemente muito mais, fazendo com que haja despesas desnecessárias ou redundantes na saúde. Na saúde nós vamos terminar o Hospital Regional, porque temos o apoio do Deputado Estadual Douglas Melo, que é da base do governo de Pimentel e Antônio Andrade (Vice Governador – MG). Mas temos também que voltar nossas vistas para o Hospital Nossa Senhora das Graças, que é um grande parceiro, um grande aliado e precisa da atenção do Gestor. A saúde só se resolve com a eficiência de gestão.

RE: Candidato, o Hospital Regional é um sonho de toda a população, não só de Sete Lagoas. Há meses as obras estão num ritmo bem lento, sem previsão de término. Caso termine existe a equipação e manutenção do mesmo. Como terminar a obra? Com o veto da capital de receber municípios do interior, Sete Lagoas também adotaria tal conduta similar?

LM: O Hospital é regional. Quem concebeu o hospital foi o ex prefeito “Leone Maciel” que vos fala nesse momento. Foi no dia 24 de novembro de 2007, em frente a Rede Ferroviária Federal, o Secretário Estadual Pestana estava presente, quando eu outorguei-lhe uma medalha de mérito e em contraprestação ele anunciou que daria para Sete Lagoas a assinatura do convênio para o Hospital Regional e consequentemente deu até a planta. Depois passou pelo Prefeito Mário Marcio (Maroca) e tudo que está feito até agora, foi feito pelo Mario Marcio (Maroca). Então amigos, tem 3 anos e 8 meses que não se faz nada ali. É preciso terminar? É preciso terminar! Tem recursos? Tem! O Governo do Estado tem! O Vice Governador é do PMDB e já nos comprometeu. Então nós vãos terminar sim e o Hospital não é de Sete Lagoas, é regional. Nós temos que compactuar com todos os prefeitos da região e com o Estado para que o Hospital tenha condições de funcionar. A manutenção do Hospital Regional, fica em aproximadamente, R$15 milhões por mês. Obvio que o município de Sete Lagoas não dá conta, é óbvio então que é preciso e necessário votar no 15, por que tem o vice governador de Minas Gerais, garantindo o término da construção e garantindo o seu funcionamento. Se analisar bem a situação, o Hospital só se torna realidade com quem o concebeu. Que é “Leone Maciel”, que tem apoio do Deputado Douglas Melo e do vice governador.

2) Educação

RE: Candidato, a educação sete-lagoana vive no limite de gastos do orçamento. Vários servidores da pasta convivem com muitas vezes falta de materiais de trabalho, além de condições como o tão sonhado plano de cargos e salários para a valorização do profissional. Qual sua visão sobre essa pasta tão importante?

LM: A educação é a base da minha vida. Sou oriundo de Papagaios e vim para Sete Lagoas com 15 anos, e graças à Família Maciel Lanza, o que eu penso, o que eu sou, o que eu falo, o me modo de agir, se deve à hospitalidade do povo de Sete Lagoas. Então eu sou um sete-lagoano através de honrarias, de títulos de cidadania e minha vida toda foi destinada à Sete Lagoas. Mas nesse intermédio nós temos que fazer uma homenagem ao Monsenhor Flávio Antonino D’Amato. Foi ele que me iniciou como professor, no Colégio Padre D’Amato. Anos depois, eu me tornei diretor do Colégio Padre D’Amato e depois eu passei o colégio para o Zé das Graças. Em seguida assumi o Colégio Minas Gerais, dei aula no Colégio Cristo Rei, no Colégio Marcio Paulino, fui professor do Colégio Estadual, então minha vida iniciou na escola, nos bancos escolares. Eu vim da minha cidade para estudar! Eu vim da minha cidade para me tornar um cidadão sete-lagoano e defender a nossa gente de Sete Lagoas, e as nossas boas tradições culturais, educacionais. Educação é base em tudo. Reflete na saúde, reflete na segurança pública. Reflete em todos os segmentos de um governo. Porém, na educação é preciso ter certos cuidados, principalmente trazendo a segurança próximo. É preciso que a Guarda Civil Municipal esteja nas portas das Escolas, ou seja, é preciso rever o que está fazendo a Guarda, que é uma grande parceira, inclusive fui eu que institui a Guarda Municipal, numa Lei Orgânica que eu promulguei. Então é preciso para que a escola seja eficiente, por a Guarda Municipal, simplesmente para blindar, os nossos alunos, os nossos filhos, da abordagem inócua e inoportuna de certos elementos, que estão na rua e que muitas vezes não têm culpa, por falta de emprego e renda, também. É preciso voltar os nossos olhos para a escola integral. É preciso esse investimento maciço na educação, mas no sentido cidadão, o aluno tem que ser olhado como gente, não como estatística. É preciso incluir na grade modos saudáveis de vida, Educação Moral e Cívica, modos de evitar as drogas, e é preciso também construir creches, mas precisamos entender que as rendas da Prefeitura são comprometidas e não podem ser desviadas. Com a educação formataremos o nosso plano de gverno.

3) Cultura

RE: Candidato, várias vertentes da cultura clamam por mais valorização na área, como a promoção de eventos e um calendário fixo em todas as manifestações. Caso eleito, como o senhor garantiria recursos para atender viva a cultura sete-lagoana, ora muito diversificada e tradicional?

LM: A cultura é aquinhoada com deveres legais que você tem que dividir o orçamento. Por exemplo: Na educação a Lei fala que você tem que aplicar 25%, na saúde tem que aplicar 15%, para a Câmara de Vereadores aplica 6%, para a folha de pagamento aplica 50% e para a cultura 1%. Cultura é saudável. Cultura é o modo peculiar da nossa gente. É o modo vivendis do nosso povo. Cultura é simplesmente não deixar apagar, não deixar morrer esse modo de agir da nossa gente. É o folião, é a pastorinha, a Folia de Reis. É toda a expressão que reaviva o que os nossos antepassados fizeram no passado. Que vieram muitas vezes de outros países, mas que foram adotados por nossa gente. É preciso incentivar a cultura e a arte. Deixar sempre viva essas manifestações culturais, mas é preciso também prestigiar a arte de Sete Lagoas. Nós precisamos fazer um teatro municipal. No governo passado, quando eu fui prefeito, eu imaginava, naquela época não tive recursos, desapropriar por exemplo o Cine Rivelo, que é maravilhoso, mas está abandonado. Sua arquitetura é maravilhosa. Ali daria um grande teatro, agora tem um problema maior que é o estacionamento. Então, tem que se ver isso e fazer a mobilidade urbana. A Cultura é necessária. O bom Rei, o bom Prefeito, o bom Governador, ele refaz suas energias, nos meios culturais de sua gente. Então é importante e vamos investir, como investimos. O que é o lucro do prefeito? É a sociedade interagindo, feliz, com todos os movimentos sociais. É preciso fazer como no passado, o descobrimento de valores artísticos de Sete Lagoas. Cadê os nossos músicos? Cadê os nossos compositores? Cadê os nossos instrumentistas? É preciso descobrir. Cultura e arte, tem logicamente3 um capítulo especial na minha página do meu governo. O meu governo é democrático. Eu não sei de tudo. Eu estou convocando a sociedade civil organizada, a ACI, a CDL, Associações Comunitárias, todos os conselhos, CREA, toda a sociedade organizada, para ter vez e voz no meu governo. Nós vamos ouvir as Guardas de Congo, nós vamos dar assento permanente para os artistas de nossa terra e principalmente para estabelecermos esse calendário político, e fazer com que haja, a todo instante, de forma ininterrupta, o apoio inquestionável à cultura e à arte de Sete Lagoas.

RE: Candidato, além de um calendário, os integrantes pedem mais espaços para manifestarem suas ideologias. Os que existem ou precisam ser assistidos de reformas, ampliações ou até mesmo a criação de novas áreas. Conquistando em 2 de outubro as urnas, como reunir esforços para contemplar a nossa cultura?

LM: O nosso lenitivo principal é a satisfação do povo. Nós não somos os donos da verdade, e nem queremos ser. Nós não somos os donos da razão e nem queremos ser. Nós não somos aquela pessoa que sabe tudo, e nem queremos ser. O homem que fala que sabe tudo, não sabe nada. Então por isso que eu falo que meu governo é democrático. Vai estar ao meu lado, com assento permanente, além de todos da sociedade organizada, nós vamos ter também um Conselho Político, e tudo isso para o que o prefeito possa interagir a todo instante.

4) Esportes e lazer

RE: Candidato, tivemos nas Olimpíadas um leque de esportes que, além do futebol, encheram os olhos de orgulho os brasileiros conquistando várias medalhas, além de brilhantes resultados. O futebol, todos nós sabemos que é o nosso cartaz para o mundo, mas as demais modalidades não poderão ser esquecidas. Como incentivar nossos jovens em se praticar alguma modalidade esportiva com a prefeitura participando ativamente desse processo?

LM: É preciso equacionar. Como eu vou encontrar a Prefeitura? Passei para Maroca com R$25 milhões de dívida, mas a prefeitura arrecadava R$25 milhões. Então eu passei com zero. O Mario Marcio passou para o Prefeito atual com uma dívida de R$23 ou R$40 milhões ao que parece, mas arrecadava, R$30 R$30 e poucos milhões. Então quase que não tinha dívida. É preciso a sociedade interagir. Eu não agi sozinho. No meio entre o Ginásio Dias Avelar e o Hospital Regional, nós vamos fazer um Centro Olímpico, onde possa ter acomodações para atletas e a maioria das modalidades esportivas, e como também, nas escolas em tempo integral. É preciso que nas escolas tenham também iniciação ao esporte, para que ali, tire o menino da rua e no centro olímpico faça a complementação. Como campos de futebol. É preciso ter também, mas é preciso ter, sob o domínio do município, da prefeitura. Para ter escolinhas de futebol, para descobrir novos valores, novos talentos. E entenda que no momento que estamos investindo no esporte, nós estamos interagindo com a saúde, com a segurança pública, com a formação do caráter do nosso futuro, que são os jovens.

RE: Candidato, além dos programas existentes como o Mexa-se, você pensa em outros para levar uma melhor qualidade de vida ao nosso povo?

LM: Já afirmei que o nosso governo, vai ser um governo de ouvir. O que não acontece com a maioria dos governos, que quando elegem, se trancafiam em seus gabinetes e o povo que se dane. Não é assim que se governa. Eu entendo que o Mexa-se tão apregoado em Sete Lagoas, tão saudável, tão bom o Mexa-se é fundamental. Parabenizo a atual administração que está mantendo. O Mexa-se foi criado com requerimento do Deputado Douglas Melo, e logicamente aprovado por uma lei que é do Vereador João Evangelista. É criado por Lei e o Mexa-se e as academias populares estão existindo em todos os lugares. O Mexa-se é bastante saudável e nós vamos revitalizar ainda mais e tirar as deficiências que por ventura existirem. Jamais um candidato a prefeito pode extinguir e acabar com um projeto que está dando certo. O que precisa é dar continuidade nas coisas boas e extirpar as coisas ruins.

5) Trânsito

RE: Candidato, muitos motoristas criticam principalmente a mobilidade na região central da cidade. Muitos semáforos deveriam receber um novo estudo de sincronismo. Muitos flanelinhas assustam quem usa do estacionamento externo. Faltam vagas de estacionamento no geral além de vagas específicas para farmacêuticos e pessoas com deficiência física. No seu plano de governo consta uma provável equipe de especialistas para resolver tal impasse?

LM: Vamos criar órgão para todos os dias do nosso governo tenha uma equipe técnica especializada em todas as áreas para fazer projetos para todos os segmentos. Mobilidade urbana, Saúde, Educação, Esporte, Lazer, Cultura, Artes, Assistência Social, enfim, todos os segmentos. Por que Brasília tem dinheiro para tudo. Falta competência dos prefeitos para levarem projetos. Quanto à mobilidade urbana, é preciso conhecer Sete Lagoas. Nós fizemos a Norte/Sul, a parte mais moderna, a parte mais bonita que é do PA até indo para Prudente de Morais. Aquilo é obra do nosso governo. Fizemos o Boulevard, por que caiu um caro e matou pessoas. Em questão de mobilidade, primeiro teremos que buscar e vamos fazer com competência, por que nosso governo será democrático, vai saber ouvir. A todas as pessoas que têm estacionamento na cidade, vamos ver se aumenta os estacionamentos de Sete Lagoas. Sete Lagoas não foi traçada a priori. Sete Lagoas está sendo traçada e estudada a posteriori. Então nós temos é que adequar. Temos que ver o que o meu governo fez: Indo para o Cidade de Deus, tinha uma pista, sem iluminação, que nós duplicamos e iluminamos. Fizemos a Norte / Sul, fizemos a Perimetral, da Castelo Branco na Serra. Traçamos mobilidade, em sintonia com a geração de emprego e renda. Tínhamos previsto o rodoanel em Sete Lagoas, interligando as duas MGs com a 040, para evitar que os veículos fossem no Centro. É preciso conhecer Sete Lagoas.

RE: Candidato, ouvintes diariamente nos procuram cobrando quebra-molas e radares até mesmo nos bairros, pois a imprudência de motociclistas e motoristas já causaram vários danos, mas na maioria das vezes não são atendidos, muito menos respondidos. Em sua gestão caso eleito o senhor entende que este clamor poderá salvar muitas vidas, além de proteger o patrimônio de muitos que trafegam pelas ruas e avenidas da cidade?

6) Transporte público

RE: Candidato, temos na estação de transbordo um direcionamento dos usuários das duas empresas de transporte coletivo da cidade para tal local, mas é notório que a mesma precisa de muitas melhorias, como por exemplo cobertura, mais banheiros, postos policiais e quadro de horários e itinerário. É possível caso eleito alcançar tal conquista pro nosso povo

LM: Tudo que é lei, é lei. Não se discute lei. No tocante ao terminal urbano, eu gostaria de dizer que é questão de mobilidade urbana. E se você olhar o convênio ali, foi eu que assinei, trazendo recursos, mas aquele projeto não é o meu. Agora, eu lamento muito que muitas vezes, fez-se uma licitação há pouco tempo e não se exigiu do provável ganhador, que não se sabia quem, a cobertura. Não se pode dar nada do município sem ter contrapartida. Aquilo ali é lastimável sem cobertura. E mais, nós vamos fazer cumprir a lei. O cartão integração terá que acontecer. Se a Prefeitura não tem recursos, nós vamos buscar de quem faz o transporte.

RE: Candidato, o quadro de horários e o itinerário das duas empresas licenciadas para operar em Sete Lagoas não é tão acessível para os usuários. Os pontos de ônibus em toda a cidade em sua maioria não tem um espaço reservado, como bancos, cobertura e até mesmo uma placa de identificação. Como exigir das concessionárias e também como seria a participação da prefeitura para adequação dessas conquistas?

LM: Na verdade a Prefeitura tem que chamar e ser parceiro. Tudo isso é gestão eficiente. É saber fazer e como fazer. Por exemplo na concessão das concessionárias, teria que ter exigido em um edital tudo isso: teria que ter um quadro de horário, para o permissionário e para o concessionário. Previsão de saída e de chegada. Acomodações corretas. Quem exige isso é o Poder Público. Está ai o problema constituído, porque se licitou e não se exigiu. Como a cobertura. Tudo isso, na saúde, na educação, na mobilidade, no transporte, tudo isso é gestão eficiente. E gestão eficiente não se faz só com inteligência do prefeito, é com a interação do governo democrático. É ouvindo. 

7) Geração de empregos

RE: Candidato, todos sabem da recessão por qual passa o nosso país. Se tratando de Sete Lagoas, o que o candidato fará pra rever este quadro?

LM: Eu vou continuar fazendo o que eu fazia no passado. É trazendo a AMBEV, a Brenand para Sete Lagoas, como nós trouxemos. A Montic, a Modulax, a Coman, a Tiberina, o Shopping Center, gerando emprego e renda. Por que eu sempre falei, para aqueles que me ajudavam a governar, que Sete Lagoas precisava sair da nossa monoeconomia (o ferro gusa). Quando tinha uma crise de carvão e greve, a cidade parava. Mas isso foi nos tempos de 1960 / 70, mas tudo passou e nós precisávamos diversificar a nossa economia, para não sermos reféns de uma monoeconomia. Com isso, nós interagindo com a ACI (Associação Comercial e Industrial), com a CDL (Câmara de Dirigentes Logistas), com Associações Comunitárias, com Vereadores, com empresário como Antônio Pontes e outros, nós fomos a Belo Horizonte e revogamos a lei que não permitia a instalação da AMBEV no local comprado, por que tinha muito pé de pequi. Depois trouxemos a Brenand Cimentos, no Iporanga. Inclusive tinha pessoas que eram contra a instalação da Brenand, por causa da Gruta Rei do Mato. Aprovamos, o Shopping, essas empresas, essa parceria. Parceria, humildade, competência e procuração das pessoas que nos apóia, do povo. Nós geramos emprego e renda. Vamos continuar gerando. Nós vãos governar juntos, para trazer riqueza, economia, salário e renda para Sete Lagoas.

RE: Candidato, grande parte dos trabalhadores da nossa cidade estão ansiosos aguardando uma oportunidade de trabalho. Sabendo que esta situação não é exclusiva de Sete Lagoas, como o senhor candidato, caso eleito, pensa em amenizar esse duro quadro, superar tais dificuldades? O senhor considera possível a vinda de organizações do exterior, já que o mercado interno não consegue absorver a demanda de mão de obra?

LM: O governo liderado por mim, não pretende trazer o inchaço para Sete Lagoas. Nós queremos o desenvolvimento. Sete Lagoas precisa desenvolver. Desenvolver é o que eu sonho, cidade saudável, as faculdades funcionando bem, o comércio, a indústria, gerando emprego e renda. Gerar emprego e renda, primeiro é investir nas nossas potencialidades sete-lagoanas. Gerar emprego e renda começa com a educação. Gerar emprego e renda é trazer atrativos turísticos e universitários, transformando Sete Lagoas numa cidade universitária, por que nós podemos gerar empresas de prestação de serviço. Será deixar você ambulante trabalhar. Gerar emprego e renda significa trazer dignidade pra nossa gente. E se nós incharmos a cidade, nós não vamos ter condição, de dar aos nossos filhos um emprego que traz dignidade.

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Divulgação

 

 

Barbara Dias

Barbara Dias

Jornalista com especialização em publicidade e marketing, coordenadora do Portal Sete, editora chefe do Jornal Hoje Cidade e assina o programa Tarde Viva na Rádio Eldorado AM 1300

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Alvaro Vilaça

Alvaro Vilaça

Jornalista, radialista, âncora do programa Tempo Esportivo na TV Sete Lagoas e diretor de programação da Rádio Eldorado AM1300

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Jornalista com especialização em publicidade e marketing, coordenadora do Portal Sete, editora chefe do Jornal Hoje Cidade e assina o programa Tarde Viva na Rádio Eldorado AM 1300

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Silva Júnior - Jornalista, radialista, colunista e setorista do futebol sete-lagoano, assina ainda o programa Eldorado nos Esportes na Rádio Eldorado AM 1300

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Colunista do Hoje Cidade a mais de 20 anos, formado em Assistente de Administração de Empresas, funcionário público.