Conversa afiada: A faixa presidencial

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Os nervos já estão acirrados para disputa da faixa presidencial em Outubro.

Fato é que a quantidade de candidatos que pleiteiam o cargo é tamanha que nós eleitores (povão), só iremos conhecê-los através dos “santinhos” que certamente chegarão até nossas mãos.

É lamentável que a disputa pela faixa presidencial chegue ao nível tão baixo como foi declarado pela imprensa que participava do comboio da comitiva do senhor Lula, que foi atacada com tiros.

Não é novidade nenhuma que fatos desse nível faça parte de uma “disputa eleitoral” sabendo-se que quem dará o veredito final somos nós eleitores no dia das eleições.

É uma “baixaria” pessoas digladiando-se como nos tempos de Roma antiga, ou duelando-se como nos tempo de faroeste (viva-se o mais forte).

O eleitor já tem consciência do que é preciso para um Brasil melhor, e agora é ter consciência e procurar fazer justiça na hora da escolha em Outubro.

Não existe necessidade de ficar alimentando a maldade ou desejo de vingança dentro de nós, achando que ataques daqui e dali irão resolver a decisão de votos dos eleitores.

Atente para história abaixo:

Um burro estava amarrado a uma árvore.

Um demônio veio e o soltou.

O burro entrou na horta de camponeses vizinhos e começou a comer tudo.

A mulher do dono da horta, quando viu aquilo, pegou o rifle e matou o burro.

O dono do burro viu o burro morto, ficou enraivecido e também pegou seu rifle e atirou contra a mulher.

Ao voltar para casa, o camponês encontrou a mulher morta e matou o dono do burro.

Os filhos do dono do burro, ao ver o pai morto, queimaram a fazenda do camponês.

O camponês, em represália, os matou.

Aí perguntaram ao demônio o que ele havia feito e ele respondeu: Não fiz nada, só soltei o burro.

Viu? Só o diabo faz coisas simples, porque ele sabe que o resto é a nossa maldade que faz.

Por isso vamos pensar antes de fazer algo de vingativo, porque para o demônio basta só “soltar o burro”.

Até a semana que vem se Deus quiser, e Ele há de querer.

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