As picuinhas da vida

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Reprodução

É lamentável que tenha nos meios de trabalho pessoas que por inveja ou ciúme do (a) companheiro (a), alguém que faça fofocas para prejudicar o próximo.

Eu, profissional da área administrativa e com uma vasta experiência adquirida pelas empresas onde já prestei serviço, posso dizer que “tenho muitos quilômetros rodados”, já vivi casos inacreditáveis.

Como diz o ditado: É cobra comendo cobra.

Veja acima o título de nossa Conversa Afiada dessa semana.

Segundo dicionário picuinhas” nada mais é que provocação, pirraça, baixaria, indireta, insignificâncias, piadas e por ai vai uma série de palavras que definem uma única conclusão do pensar. Picuinhas é uma fraqueza de quem não sabe o que é ter caráter, personalidade e amor próprio.

Leia com atenção a história abaixo:

Certa vez um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.

Algum tempo depois descobriram que ele era inocente.

O rapaz foi solto e, depois de muito sofrimento e humilhação, processou o vizinho.

No tribunal o vizinho disse ao juiz: – Meritíssimo: Comentários não causam tanto mal!

E o juiz respondeu: – Escreva num papel os comentários que você fez sobre o rapaz, depois pique o papel e jogue os pedaços ao longo do caminho da casa.

Amanhã, volte aqui para ouvir a sentença.

O vizinho obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse: – Antes da sentença ser declarada, você terá que catar os pedaços de papel que você espalhou ontem.

Não posso fazer isso, meritíssimo, respondeu o homem.

O vento deve tê-los espalhado e já não saberei onde estão.

Então o juiz completou: – Da mesma maneira, um simples comentário, que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado.

Se não puder falar bem de uma pessoa, é melhor que não diga nada.

Moral da história:

Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.

Quem ama não vê defeitos, quem odeia não vê qualidades.

Quem é amigo vê as duas coisas.                    .

Colaborador Academia

Até a semana que em se Deus quiser, e Ele há de querer.

Por Arnaldo Martins

Cebolinha

 

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