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Por que investir no registro de marca? Saiba tudo sobre “propriedade intelectual” em live especial nesta quarta (21)

Em tempos de pandemia, algumas atualizações do novo normal, aconteceram por consequência ou por uma necessidade, porém, algo importante acabou deixado de lado pelas empresas, produtores de conteúdo e prestadores de serviço: a “propriedade intelectual”. Mas o que seria isso? Como fazer? Por que fazer?

De acordo com a convenção da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO na sigla em inglês), propriedade intelectual é “a soma dos direitos relativos às obras literárias, artísticas e científicas, às interpretações dos artistas intérpretes e às execuções dos artistas executantes, aos fonogramas e às emissões de radiodifusão, às invenções em todos os domínios da atividade humana, às descobertas científicas, aos desenhos e modelos industriais, às marcas industriais, comerciais e de serviço, bem como às firmas comerciais e denominações comerciais, à proteção contra a concorrência desleal e todos os outros direitos inerentes à atividade intelectual nos domínios industrial, científico, literário e artístico”.

Ou seja, resumindo, é tudo aquilo que pode ser considerado inventividade, conhecimento, esta capacidade humana de criar coisas. Mas, se criar é humano, copiar também é. Logo, o inventor ou, por extensão, o dono dos direitos sobre o invento, precisa ter um incentivo para continuar criando, certo?

Em Sete Lagoas, Thaís Azevedo e Junia Silveira, facilitam esse proceso de registro de marcas, como conta Thaís. “Nós trabalhamos com o registro de marca, e apesar de não ser inovador, percebemos que as pessoas não dão muita importância para esse registro. Além dele ser confundido com o registro da junta comercial. A inovação do momento é a questão da internet e a pandemia. Sabemos que muitas lojas migraram para a internet nessa fase atual e também temos os influenciadores e Youtubers, que estão com tudo né, e também é importante o registro para eles”, evidencia.

Já Júnia Silveira destaca o desinteresse das pessoas no processo de registro, principalmente por sua morosidade, mas alerta que, o uso das redes sociais têm elevado a procura por esse registro, na expectativa de evitar que homônimos surjam na web. “O Registro de Marca sempre existiu, mas as pessoas não se importavam muito com isso, até porque é um processo demorado. Entretanto, com a migração de pequenos empreendedores, empresas, lojas que já existiam ou estão sendo criadas todos indo para internet, basicamente para uma rede social, que é o Instagram, não querem que outros usem o mesmo nome, nem o logo igual, está se protegendo com o Registro no INPI”, esclareceu.

Para entender melhor sobre o assunto, e evitar problemas futuros, hoje, quarta-feira (21), as sócias falarão sobre o tema, reforçando os seguintes assuntos: “Risco por não ter sua marca registrada” e a “Importância do registro de marca”. A live acontecerá a partir das 20h no perfil do Instagram: @azevedo.silveira

Da Redação

Barbara Dias

Barbara Dias

Jornalista com especialização em publicidade e marketing, coordenadora do Portal Sete, editora chefe do Jornal Hoje Cidade e assina o programa Tarde Viva na Rádio Eldorado AM 1300

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Alvaro Vilaça

Alvaro Vilaça

Jornalista, radialista, âncora do programa Tempo Esportivo na TV Sete Lagoas e diretor de programação da Rádio Eldorado AM1300

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Jornalista com especialização em publicidade e marketing, coordenadora do Portal Sete, editora chefe do Jornal Hoje Cidade e assina o programa Tarde Viva na Rádio Eldorado AM 1300

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Arnaldo Martins

Arnaldo Martins

Colunista do Hoje Cidade a mais de 20 anos, formado em Assistente de Administração de Empresas, funcionário público.

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