Pronto… Falei!

0
298
Reprodução

Passou-se o tempo que um casal curtia anos de namoro para se conhecer melhor um ao outro.

Depois, chegava o noivado e também por um tempo, continuavam o relacionamento para ter a certeza da decisão do futuro a ser tomado.

E finalmente chegaria a união matrimonial através do casamento.

Após a união saudável, cheia de amor, compreensão, estabilidade financeira, enfim, após um planejamento do casal, falava-se da possibilidade de aumentar a família com a vinda de filhos.

Nossa! Que lindo.

A narrativa acima até parece conto de novelas dos tempos antigos.

Para alguns é claro, essa história nunca foi vista exceto em novelas, filmes, ou livros.

Embora eu não seja “o homem da idade da pedra”, já estou na casa dos “entas vividos”, e posso afirmar que participei desse enredo.

Não foi filme e nem novela, mas eu vivi esse período.

Ás vezes é um tema polêmico, porque muitos jovens vivem em outra era, novos tempos.

Se forem debater esses assuntos têm que estar bem preparados porque certamente seremos chamados de “velhos ultrapassados”.

Outros dirão que os tempos evoluíram muito quando o papo é “ficar juntos”.

Às vezes acho que as ordens inverteram-se todas quando o tema é união para “alguns jovens”.

Primeiro fazem os filhos, até mesmo sem nenhuma estabilidade econômica para educar a criança, depois terão a união, depois de algum tempo se tudo der certo, aí sim eles comunicam com os pais que haverá a união conjugal sacramentada, ou documentada. O casamento oficializado.

Até acredito que o índice de divórcios cresceu ultimamente, porque o tempo para se conhecer entre os casais atuais é muito curto.

Não sou “Expert” do assunto união conjugal sou apenas “um vivido no tempo”.

Lembrando que existe um sábio ditado que diz: “Se conselho fosse bom, ninguém dava, vendia”.

Portanto, o tema dessa semana é apenas um bate papo do que ocorre nos tempos atuais, quando o assunto é “união”.

Posso afirmar “com conhecimento de causa própria” que por mais tempo que haja de união entre um casal, sempre faltará algum pequeno detalhe para conhecer o outro completamente.

Moral da história:

Solidários, seremos união.

Separados uns dos outros seremos pontos de vista.

Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.

Pronto… Falei!

Consultar
Até a semana que vem se Deus quiser, e Ele há de querer.

Por Arnaldo Martins

Cebolinha

Deixe uma resposta