Diretor, comissão e jogadores se reúnem em reapresentação do Atlético: ‘Temos que nos cobrar’

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Foto: Web

Time vive momento de instabilidade no Campeonato Brasileiro após a Copa do Mundo

Marcadas inicialmente para 10h30 desta quarta-feira, as entrevistas coletivas do meio-campista Matheus Galdezani e do zagueiro Leonardo Silva atrasaram. O motivo: uma conversa nas dependências internas da Cidade do Galo que contou com a presença de jogadores, comissão técnica e do diretor de futebol do Atlético, Alexandre Gallo.
Os jogadores se reapresentaram na manhã desta quarta após a derrota por 1 a 0 para o Internacional, nessa segunda, no Independência, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. De acordo com Leo Silva, a conversa foi ‘normalíssima’. O time alvinegro vive momento de instabilidade após a Copa do Mundo. Desde o fim do Mundial da Rússia, foram três derrotas, um empate e só uma vitória.
“Normalíssima, normalíssima. Nada de mais. Tinham dois grupos, duas apresentações distintas. Para o grupo que jogou, às 11h. Para os que não jogaram, às 10h. E uma reunião de reinício de trabalho, de pós-jogo. Nada muito anormal”, avaliou o capitão alvinegro.
Cobrança
Durante o período de disputa do Mundial – em que o calendário do futebol brasileiro foi paralisado -, o Atlético ocupava a segunda colocação, com quatro pontos a menos para o Flamengo. Atualmente, o time alvinegro está na quinta posição, sete pontos atrás do São Paulo, novo líder.
A queda de desempenho, justificada, entre outros fatores, pelas mudanças no elenco durante a intertemporada, provocou cobrança interna entre os jogadores. “Foi uma conversa tranquila. Conversar só, sobre o que precisamos melhorar. Entre nós mesmos. Nós temos que conversar. Somos um grupo, uma família aqui dentro. Temos que nos cobrar. Foi uma conversa muito produtiva, uma conversa muito boa. E tenho certeza que vai dar muito certo”, disse Matheus Galdezani.
Diante do Internacional, jogadores e treinador foram criticados pelos mais de 22 mil torcedores, que lotaram o Independência. Ao fim da partida, gritos de ‘time sem vergonha’ ecoaram nas arquibancadas. O técnico Thiago Larghi foi chamado de ‘burro’, especialmente por conta das alterações promovidas durante a partida.
“Nós nos cobramos internamente. Ninguém gosta de perder, ninguém gosta de passar por isso. O Atlético é time grande. Com certeza viria a pressão, é normal. Vamos continuar trabalhando firme. Não vamos abaixar a cabeça de maneira nenhuma. Temos um jogo importantíssimo agora contra o Santos. Tenho certeza que vamos reverter isso”, disse Galdezani.
O trabalho no Atlético segue nas manhãs de quinta, sexta e sábado. No domingo, a partir das 11h, o time recebe o Santos, no Independência, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Da redação:superesportes

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