Por que eu?

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Reprodução

Você leitor (a) que leu a matéria de nossa Conversa Afiada da semana passada, lembra-se da história narrada, onde uma “grã-fina” pagou apenas 3,00 por meia dúzia de ovos achando que estava tirando grandes vantagens do velho vendedor, enquanto em um “Restaurante fino” ela deu 70,00 de gorjeta numa conta de 410,00. Lembra-se?

Na mesma semana, os noticiários mostrava a fatalidade da bancária e da modelo que perderam a vida em optar por fazer cirurgias de estética em locais clandestinos, cujos preços são “baratos” em busca de um visual atraente.

Atente para história abaixo:

Arthur Ashe, o lendário jogador de Wimbledon, estava morrendo de AIDS. Foi contaminado com sangue infectado durante uma cirurgia cardíaca em 1983.

Ele recebeu cartas de seus fãs, e uma das quais perguntou: – Por que Deus teve que escolher você para pôr uma doença tão horrível?

Arthur Ashe respondeu: – Muitos anos atrás, cerca de 50 milhões de crianças começaram a jogar tênis, e uma delas era eu. Cinco milhões realmente aprenderam a jogar tênis, 500 000 mil se tornaram Tenistas profissionais, 50 mil chegaram ao circuito, 5 mil alcançaram Grandslam, 50 delas chegaram a Wimbledon, 4 delas chegaram à semifinal, 2 delas chegaram à final e uma delas era eu.

Quando eu estava comemorando a vitória com a taça na mão, nunca me ocorreu perguntar a Deus por que eu?

Então, agora que estou com dor, como posso perguntar a Deus, por que eu?

O sucesso mantém você brilhante, mas só a fé o mantém em pé. Às vezes você não está satisfeito com sua vida, enquanto muitas pessoas neste mundo sonham em poder ter sua vida. Assim é a vida, aprecie a sua.

Moral da história:

Se a riqueza é o segredo da felicidade, os ricos deveriam estar dançando nas ruas. Mas apenas crianças pobres fazem isso. Se o poder garante segurança, os Vips deveriam andar sem guarda-costas. Mas apenas aqueles que vivem humildemente, sonham em silêncio. Se a beleza e a fama atraem relacionamentos ideais, celebridades deveriam ter os melhores casamentos. Viva e caminhe humildemente e ame com o coração.

Colaborador Academia

Até a semana que vem se Deus quiser, e Ele há de querer.

Por Arnaldo Martins

Cebolinha

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