A rota perfeita

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Reprodução

Seleção que deseja ganhar título não pode ficar escolhendo os caminhos por onde devem passar. Lembre-se: Caminhos onde existem rosas, certamente terão espinhos.
A brincadeira mais comum nessa fase da Copa do Mundo foi que o Brasil traçou sua rota perfeita, já que os brasileiros que desejam chegar facilmente e ilegalmente aos Estados Unidos já conhecem a rota perfeita “passando pelo México”. E não deu outra, o Brasil chegou lá.
Nas oitavas de final, alguns críticos acreditavam que o México seria um caminho árduo de ser ultrapassado pelo time brasileiro, mas a realidade foi outra. Fizeram a rota perfeita…
A seleção usou a sabedoria e mais uma vez, executou a trajetória correta. Algumas seleções tidas como “de ponta”, traçaram objetivo com finalidade de conquistar o título, embora algumas delas nem justificou porque foi.
Numa competição que reúne os melhores jogadores do planeta, podemos dizer que o “futebol arte” ainda não apareceu.
Com o retorno de alguns nomes do futebol para casa, podemos dizer que nessa edição da Copa do Mundo, nem toda a arte será mostrada.
Planejamento certamente as seleções consideradas da elite do futebol mundial fizeram, fato é que não é da noite para o dia que uma competição dessa magnitude é preparada.
Os caminhos são traçados, a rota deverá ser perfeita, e não poderá haver tropeços. Muitas vezes o tombo é maior do que se imagina e as feridas demoram muito para cicatrizar.
Ser convocado para disputar uma competição desse nível é o sonho maior de um jogador de futebol, e obter os louros da vitória certamente é indescritível.
Por maior que seja a qualidade técnica de um atleta, o importante é que haja o senso de “grupo” e “união”. Nenhum jogador sozinho terá força suficiente para levar a sua equipe as vitórias.
Todos os holofotes do futebol mundial estão voltados para Rússia, e o caminho teve uma chegada com a rota perfeita. Lembrando que, caminhos onde existem rosas, certamente terão espinhos.

Colaborador Academia

Até a semana que vem se Deus quiser, e Ele há de querer.

Por Arnaldo Martins

Cebolinha

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