O segredo da vida

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Na edição anterior, na qual parabenizei as Mães pela comemoração do seu dia, reforcei que a educação dos filhos vem de berço.

Reafirmei que caberá aos pais ensinar os primeiros passos aos filhos em casa, e não deixar a responsabilidade para professores nas escolas.

Existe um diferencial muito grande da educação familiar e a educação escolar, mesmo porque, por mais instruído e qualificado seja o professor, ele não convive o tempo necessário com a criança quanto os pais.

Você leitor (a) que me acompanha semanalmente com o nosso bate papo semanal já observou que uso ditado popular para dar mais ênfase aos textos.

E diz um sábio e antigo ditado: “Vivendo e aprendendo”.

Portanto, muitos ensinamentos que recebemos dos nossos pais, nem sempre vem dos livros, mas da experiência adquirida com as lições da vida.

Lembre-se: “O saber a gente aprende com os livros, a sabedoria se aprende com a vida”.

Acompanhe a história abaixo:

Uma família humilde cujo pai mesmo não tendo grandes conhecimentos através das escolas conversava com seus filhos e dizia: Quando completarem 12 anos contarei o segredo da vida a vocês.

Quando o mais velho completou 12 anos, acordou o pai todo ansioso para saber o segredo da vida.

O pai disse, contarei, mas, você não poderá revelar aos seus irmãos.

Eis o segredo: Vaca não dá leite. Você tem de tirar.

Você precisa acordar 4h da manhã, ir ao pasto, entrar no curral cheio de fezes, amarrar rabo e pernas da vaca, sentar no banquinho e fazer o movimento certo!

Esse é o segredo da vida.

Vaca, búfala, cabra, não dão leite. Ou você tira ou não tem leite.

Existe uma geração que acha que vaca dá leite, ela acha que as coisas são automáticas.

Eu quero, eu peço, eu ganho.

A felicidade resulta do esforço.

“A ausência de esforço gera frustração.”

Moral da história:

O Brasil que queremos amanhã está o futuro de nossos filhos.

Eduque-os em casa de maneira sábia, mostre a eles os segredos da vida.

Colaborador-Academia

                  Até a semana que vem se Deus quiser, e Ele há de querer.

Por Arnaldo Martins
Cebolinha

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