O preço da verdade

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Reprodução

O Brasil vive um momento que a indignação do povo está explícita no rosto de cada um.

Os atos de corrupção divulgados para o Brasil e o mundo, mostram o desejo do brasileiro, que a pena para os culpados seja inafiançável e as prisões em regime fechado.

Para desviar bilhões e bilhões de dólares ilegalmente dos cofres públicos, mentiras e mais mentiras foram plantadas por Empreiteiras, para ganhar obras e enriquecer ilicitamente “homens” que se elegeram a custa da compra de votos em busca de uma cadeira em Brasília.

Alguns chamam de “parlamentar”.

Muita coisa tem que mudar em nosso país, a começar pela educação de nossos filhos que serão os futuros políticos do Brasil.

Eu já disse e repito que, a educação vem de berço, portanto caberá aos pais educar seus filhos com palavras e atos dignos para formação moral.

Atente para história abaixo:

– Numa tarde ensolarada, um pai decidiu levar seus filhos ao circo.

Ao chegar à bilheteria, pergunta: Olá, quanto custa a entrada?

O vendedor responde: R$ 30,00 para adultos, e R$ 20,00 para crianças de sete a quatorze anos.

Crianças até seis anos não pagam.

Quantos anos eles têm?

E o pai responde: O menor tem três anos e o maior sete anos.

Com um sorriso, o rapaz da bilheteria diz: Se o Senhor tivesse falado que o mais velho tinha seis anos, eu não perceberia, e você economizaria R$ 20,00.

E o pai responde: É verdade. Pode ser que você não percebesse, mas meus filhos saberiam que eu menti para obter uma vantagem e jamais se lembrariam desta tarde como uma tarde especial.

E finaliza: A verdade não tem preço.

Hoje deixo de economizar $20,00 que não me pertenceriam por direito, mas ganho a certeza de que meus filhos saberão a importância de sempre dizer a verdade.

O atendente permaneceu mudo.

Moral da história:

Educar é dar o exemplo.

Jamais devemos fazer pequenas concessões à mentira, o preço é alto demais.

“As palavras convencem, mas o exemplo arrasta”.

Colaborador Academia

Até a semana que em se Deus quiser, e Ele há de querer.

Por Arnaldo Martins

Cebolinha

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