A viagem

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O dia de amanhã… Ele decide. A vida nos dá diariamente ensinamentos, e mesmo assim estamos sempre apanhando das coisas que a própria vida nos ensinou.

Recordo sempre da frase que meu saudoso pai dizia: Caldo de galinha e um pouco de humildade nunca fez mal a ninguém.

Independente da religião por nós praticada, todos sabemos que a nossa vida na terra é passageira, e certamente sabemos que um dia chegará o nosso momento de partida.

Bens materiais, por exemplo, por mais que trabalhamos para adquiri-los, não teremos como leva-los. Ficarão para os herdeiros.

Existem outras riquezas que podemos deixar, que eu acredito tem um grande valor.

Atente para história abaixo:

Uma jovem estava sentada num transporte público quando uma senhora, mal-humorada e idosa, veio e sentou-se ao lado dela batendo-lhe com suas numerosas sacolas.

Uma pessoa sentada do outro lado ficou injuriada com a situação e perguntou à moça por que ela não reclamou ou disse algo para a velha senhora.

A moça respondeu com um sorriso:

Não é necessário ser grosseiro ou discutir sobre algo tão insignificante, a jornada juntos é tão curta, já desço na próxima parada.

Moral da historia:

Qualquer sofrimento que alguém nos provoque, vamos lembrar que a nossa jornada juntos é tão curta.

Portanto, sejamos cheios de gratidão e doçura.

A doçura é uma virtude nunca comparada ao caráter ou covardia, mas melhor comparada à grandeza.

Nossa jornada juntos aqui é muito curta e não pode ser revertida.

Ninguém sabe a duração de sua jornada.

Ninguém sabe se  terá que descer na próxima parada.

Vamos, portanto, acalentar e manter a doçura e amabilidade com o próximo.

Vamos tentar nos manter calmos, respeitosos, humildes, gentis, gratos uns com os outros.

Hoje você ocupa uma cadeira de destaque, amanhã poderá não ocupar mais.

Sua viagem terminará quando?

Lembre-se que você irá colher aquilo que você plantou.

Parabenizo todas as mulheres pelo Dia internacional da Mulher.

Colaborador Academia

Até a semana que em se Deus quiser, e Ele há de querer.

Por Arnaldo Martins

Cebolinha

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