Não basta trocar a roupa

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Reprodução

Fazendo um balanço do desfile das escolas de samba que se apresentaram no Sambódromo do Rio, chegamos à conclusão que foi um carnaval de críticas e protestos da insatisfação do povo brasileiro com os políticos e a corrupção no Brasil.

Como se não bastasse, vimos nessa semana alguns políticos que foram contrários às medidas emergentes tomadas pelo presidente Michel Temer, para controlar os conflitos entre traficantes e policiais no Rio de Janeiro.

A violência na “cidade maravilhosa” apresentavam índices de crescimento alarmantes.

Os políticos de Brasília, chamados “homens do poder com a caneta na mão”, não deve se esquecer de que o eleitor brasileiro está ciente de tudo que vem ocorrendo em nosso país ultimamente.

É como diz o velho e sábio ditado: “A voz do povo é a voz de Deus”.

Atente para história abaixo:

Os marujos navegavam durante meses, não tomavam banho, nem  trocava de roupa, o que não era novidade na Marinha Mercante Portuguesa.

O navio fedia.

O Capitão chama o Imediato: – Joaquim, o navio fede, mande os homens trocarem de roupa. `

– Sim, senhor.

Responde o Imediato, que parte para reunir os seus homens e diz: – Marinheiros, o Capitão está se queixando do fedor a bordo e manda todos trocarem de roupa.

Manoel troque a camisa com Joaquim e Calixto troque a sua com Pedro.

Manoel troque a sua com João e Tobias troque a sua com Silva. E assim prosseguiu.

Quando todos tinham feito as devidas trocas, ele volta ao Capitão e diz: – Senhor,  todos já trocaram de roupa.

O Capitão, visivelmente aliviado, manda então prosseguir a viagem.

Moral da história:

Mostre a sua insatisfação na urna.

Tenha consciência da importância do seu voto na hora de escolher o candidato.

Caso contrário, é mais ou menos isso que vai acontecer no Brasil, o navio continuará “fedendo”.

Não vá cometer os mesmos erros apenas trocando as roupas vestidas nas mesmas pessoas que “fede”.

“Não basta trocar a roupa”.

Colaborador Academia

Até a semana que em se Deus quiser, e Ele há de querer.

Por Arnaldo Martins

Cebolinha

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