A vida é curta. Curta a vida.

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Divulgação

Na vida nada se cria e tudo se copia, dizia Chacrinha. Lendo um texto de Gustavo Krause, no qual ele dá dicas para quem já passou dos sessenta anos, gostei e tirei coisas interessantes que você poderá refletir. Pense nisso: Não tenho sessenta anos hoje, mas chegarei lá.

Dicas:

Gaste o seu dinheiro com você, com seus gostos e caprichos. É hora de usar o dinheiro (pouco ou muito) que você conseguiu economizar, e usá-lo para você. Não o guarde para ser desfrutado por aqueles que não têm a menor noção do sacrifício que você teve para consegui-lo.

Pare de preocupar-se com a situação financeira dos filhos e netos. Não se sinta culpado por gastar dinheiro consigo mesmo, você provavelmente já ofereceu o que foi possível na infância e juventude com uma boa educação. Agora, pois, a responsabilidade é deles, já não é tempo de sustentar qualquer pessoa de sua família. Seja um pouco egoísta, más não usurário.

Um objetivo fundamental é gastar dinheiro com você, com seus gostos e caprichos e do seu parceiro. Após a morte, o dinheiro só gera ódio e ressentimento.

Independente da sua idade, sempre mantenha vivo o amor, e ame o seu parceiro, ame a vida. Lembre-se: “Um homem nunca é velho enquanto lhe reste à inteligência e o afeto”.

Seja vaidoso, e respeite a opinião dos jovens.

Nunca use o termo “no meu tempo”, seu tempo é agora.

Mantenha um hobby, faça o que você gosta e o que seus recursos permitem.

Aceite convites, o importante é você sair de casa por um tempo.

Fale pouco e ouça mais.

Sua vida e seu passatempo importam para você mesmo, e se alguém lhe perguntar sobre esses assuntos, seja breve e tente falar sobre coisas boas e agradáveis.

Jamais se lamente. Permaneça apegado à religião.

Ria muito e de tudo. Você é um sortudo, você teve uma vida, uma vida longa.

Se alguém lhe diz que agora você não faz nada de importante, não se preocupe. A coisa mais importante já está feita: “Você e sua história”.

Colaborador Academia

Até a semana que vem se Deus quiser, e Ele há de querer.

Por Arnaldo Martins

Cebolinha

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