Polícias Civil e Militar apresentam solução para crime contra mulher que agenciava programas

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Felipe Franco de Souza, de 29 anos teria matado o casal após descobrir que Márcia agenciava programa para a amázia

A Polícia Civil elucidou na manhã desta sexta-feira (6) em entrevista coletiva, o crime contra uma mulher e um homem, no bairro Interlagos, no dia 2 de setembro. Márcia Tavares Abreu de 56 anos, foi encontrada em sua residência com um corte profundo no pescoço e Max Gomes de Almeida de 32 anos, que estava no local do crime e era amigo de Márcia, também foi morto, com dois cortes no pescoço e um no crânio.

As investigações foram comandadas pelo Delegado Leandro Andrade Saraiva, do Departamento de Furtos e Roubos da Polícia Civil, a entrevista coletiva foi conduzida pela Dra. Mariza Andrade, a Delegada Regional explicou que o suspeito de cometer o crime, Felipe Franco de Souza, de 29 anos, havia descoberto que sua ex-amásia estaria fazendo programas sexuais, agenciados por Márcia, conhecida na cidade como ‘cafetina’, a partir daí passou a ameaçar a ex-amásia e em alguns momentos tentou atraí-la provavelmente para matá-la.

Doutora Mariza e agentes das polícias Civil e militar
Doutora Mariza Andrade e agentes das polícias Civil e militar

Segundo a Polícia Civil, a ocorrência do desaparecimento da mulher só foi registrada no dia 5 de setembro pela sua filha, no momento em que estava na delegacia, recebeu uma ligação de um vizinho que tinha avistado um corpo dentro da residência de Márcia. A Polícia Militar se dirigiu ao local e deparou-se com os corpos, peritos e investigadores foram enviados ao cenário do crime para investigações, alguns pertences foram levados, além do carro da vítima, que foi encontrado carbonizado dias depois.

As informações foram repassadas ao serviço de inteligência da PM, testemunhas informaram que Felipe havia mostrado o telefone celular da vítima e dado detalhes de como teria deixado os corpos, o trabalho em equipe rendeu a prisão do suspeito no bairro Nossa Senhora das Graças, no dia 2 de outubro.

O suspeito estava foragido há dois anos pelo crime de roubo e também tem passagem por tráfico de drogas, teve a prisão temporária decretada  por 30 dias, que pode ser prorrogada, para a conclusão do inquérito, em que será investigado se responderá pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte) ou pelo crime de homicídio, motivado por vingança.

As investigações para apurar se outras pessoas participaram do crime seguem em andamento.

 

Da redação.

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