VOCÊ ME CONHECE?

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Recorda-se que na edição anterior falamos da virtude “humildade”?

Narrei a história do garotinho catador de latinhas que deu uma gorjeta para a garçonete, que não o deu atendimento devido porque não estava aparentemente bem vestido dentro do estabelecimento.

Lembra-se?

Pois é, quantas vezes precipitamos em julgar as pessoas sem muitas vezes saber quem elas são?

Como diz um ditado antigo: “O apressado come cru e quente”.

Fazer um julgamento precipitado das pessoas pode nos causar no mínimo constrangimento perante outras pessoas, e fatos nos mostram isso em nosso dia a dia.

Já dizia o meu velho e sábio pai: “A escola da vida te ensinará”.

Quem acompanha nossa Conversa Afiada semanalmente está observando que estou enfocando com bastante veemência histórias que nossos filhos e netos devem conhecer, para evitar que eles possam cair na mesma situação, tratando de maneira errada o seu semelhante.

Repetirei a frase usada na semana passada: “Humildade e caldo de galinha nunca fez mal a ninguém”.

Conheça mais essa história:

– Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida e pergunta:

– Vocês sabem onde está o médico do hospital?

Com tranquilidade o médico respondeu:

– Boa tarde, senhora. Em que posso ser útil?

E ela, ríspida, retorquiu: – Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?

Mantendo-se calmo, ele contestou: – Boa tarde, senhora.

O médico sou eu, em que posso ajudá-la?

– Como? O senhor? Com essa roupa?

– Ah, Senhora, desculpe-me.

Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta.

– Oh! Desculpe doutor, boa tarde. É que vestido assim, o senhor nem parece um médico.

– Veja bem as coisas como são – disse o médico: As vestes parece não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria uma simpaticíssima “boa tarde”.

Moral da história:

Como se vê, as roupas nem sempre dizem muito.

Um dos mais belos trajes da alma é a educação.

Sabemos que a roupa faz a diferença, mas o que não podemos negar é que: Falta de educação, arrogância, falta de humildade, pessoas que se julgam donas do mundo e da verdade, grosseria e outras “qualidades” derrubam qualquer vestimenta.

Basta às vezes, apenas 5 minutos de conversa para que o ouro da vestimenta se transforme em barro. Educação é tudo. Sorria Sempre.

A vida é feita de: Agir, reagir, corrigir.

Mas o melhor mesmo é “sorrir”.

Sorria sempre. A vida é bela.

“Desta vida nada se leva”, só se deixa.

Portanto, viva e crie seus filhos e netos de maneira que você possa deixar uma das maiores riquezas para eles, “educação”.

E quando se deparar com as pessoas diante de você, mesmo que não as conheça, respeite-as.

E lembre-se do título de nossa Conversa Afiada: “Você me conhece?”

Publicidade UP 360.cdrAté a semana que vem se Deus quiser, e Ele há de querer.

Por Arnaldo Martins

Cebolinha

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