O PROBLEMA É MEU, OU NOSSO?

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Querendo ou não os assuntos discutidos pelos parlamentares em Brasília é um problema de cada de um de nós cidadão brasileiro. Daí o título de nossa Conversa Afiada dessa semana: “O problema é meu, ou nosso?”.

Quando o assunto é Reforma trabalhista a discussão afeta a classe assalariada “chamada povão”. Quando o assunto é Reforma da Previdência advinha qual classe também é prejudicada? Povão! Certo é que os parlamentares quando estão no plenário e fazendo seus discursos a palavra é sempre a mesma: “Problema”. O que mais dói no “povão” é que a solução para o problema afeta sempre o bolso do contribuinte, que somos nós.

Com a aprovação na Câmara dos Deputados da Reforma Trabalhista que será encaminhada para sanção do Presidente Michel Temer, pode-se dizer que não houve tantos benefícios para os trabalhadores como se discursava alguns parlamentares. Seria ótimo se fosse votada e aprovada à redução dos salários de todos os parlamentares (deles).

As exclusividades é que fazem um deputado ou senador custarem aos contribuintes, no mínimo, de 100 mil a 120 mil por mês. Isso é um absurdo, além de ser um grande problema.

Verbas indenizatórias, esse é o nome oficial do dinheiro público que eles ganham para pagamentos de passagens aéreas, fretamento de jatinhos ou helicópteros, combustíveis e lubrificantes, correios, telefones, assessorias, consultorias e seguranças particulares, divulgação da atividade parlamentar e aluguel de escritórios políticos, materiais de serviços administrativos, e assinaturas de jornais, revistas, TV e internet.

Os salários dos deputados e senadores é problema meu ou nosso? Já observaram que eles sempre procuram soluções para nossos problemas e nunca encontram? Para alguns pode até ser uma piada, mas há a solução para um “problema”, veja abaixo:

O sujeito vai ao psiquiatra.

– Doutor, diz ele, estou com um problema, toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo.

Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima.

Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!

Deixe-me tratar de você durante dois anos, diz o psiquiatra.

Venha três vezes por semana e eu curo este problema.

E quanto o senhor cobra? Pergunta o paciente.

R$ 120,00 por sessão. Responde o psiquiatra.

Bem, eu vou pensar. Conclui o sujeito.

Passados seis meses, eles se encontram na rua.

Por que você não me procurou mais? Pergunta o psiquiatra.

A 120 paus a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.

Ah é? Como? Pergunta o psiquiatra.

O sujeito responde: Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama.

Moral da História:

Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples.

Há uma grande diferença entre foco no problema e foco na solução.

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Até a semana que vem se Deus quiser, e Ele há de querer.

Por Arnaldo Martins

Ceolinha

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